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	<title>Arquivos Relacionamento Conjugal - Portal Mommys</title>
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	<title>Arquivos Relacionamento Conjugal - Portal Mommys</title>
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		<title>O relacionamento do casal não interessa ao seu filho</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 21:10:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação dos Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento Conjugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Mommys]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito importante falar sobre isso, pois sabemos que o relacionamento do casal está ali, na frente do filho, a “olho nu”, o tempo todo. Principalmente, se são pais que estão casados ou vivendo juntos, se torna impossível evitar que o filho não veja o que se passa, ou pelo menos que não perceba um&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É muito importante falar sobre isso, pois sabemos que o relacionamento do casal está ali, na frente do filho, a “olho nu”, o tempo todo. Principalmente, se são pais que estão casados ou vivendo juntos, se torna impossível evitar que o filho não veja o que se passa, ou pelo menos que não perceba um pouco. Logo, essa percepção é um processo natural.<br />
Vamos, portanto, ressaltar alguns pontos a serem vistos sobre essa questão. O primeiro deles é o fato de que o filho tende a misturar os seus<br />
pais com o homem e a mulher que cada um deles é. E alguns pais acabam por colaborar com essa “mistura” equivocada.<br />
Mas como assim?<br />
Um exemplo clássico é quando os pais trazem insatisfações ou queixas da relação de casal para a função de pais. Não é incomum dizerem: “Seu<br />
pai não foi bom comigo!”; “Sua mãe não me trata bem!”. Percebem que aí estão dizendo do homem ou mulher com os quais se casaram? Em caso de pais separados, há uma tendência ainda maior de apontar as frustrações do ex-casal usando a função de pais.<br />
Com clareza, afirmamos que pai e mãe é uma coisa, homem e mulher é outra. Pensem bem, existe ex-marido e ex-mulher, certo? Mas existe ex-pai<br />
e ex-mãe? Não! Porque é para sempre. Logo, é uma relação que deve ser trabalhada e resguardada da melhor maneira possível, pois é somente<br />
essa relação, a de pais, que interessa ao seu filho.</p>
<p>Para ler a matéria completa da Revista Mommys,  <a href="https://portalmommys.com.br/novo/wp-content/uploads/2023/07/Mommys_Ed41.pdf">clique aqui !</a></p>
<p>Para edições anteriores, acesse <a href="https://portalmommys.com.br/revista-mommys/">clicando aqui</a></p>
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		<title>E QUANDO O DIVÓRCIO É A ÚNICA SAÍDA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tati]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 18:19:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamento Conjugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Mommys]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://portalmommys.com.br/2023/02/23/e-quando-o-divorcio-e-a-unica-saida/">E QUANDO O DIVÓRCIO É A ÚNICA SAÍDA?</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalmommys.com.br">Portal Mommys</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O post <a href="https://portalmommys.com.br/2023/02/23/e-quando-o-divorcio-e-a-unica-saida/">E QUANDO O DIVÓRCIO É A ÚNICA SAÍDA?</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalmommys.com.br">Portal Mommys</a>.</p>
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		<title>O que mudou em mim depois da minha separação</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2021/02/12/o-que-mudou-em-mim-depois-da-minha-separacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 12:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento Conjugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Fernanda Taveira (@reprogr.a.m.a.r) Muitas pessoas perguntam o que mudou depois da minha separação. E respondo que o que mudou foi que eu parei de colocar a culpa de todos os meus problemas no meu ex, nos meus filhos, nos meus cachorros, na falta de tempo, no universo. Eu trouxe a responsabilidade dos meus desafios&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em><span style="color: #800080;">Por Fernanda Taveira (@reprogr.a.m.a.r)</span></em></strong></p>
<p>Muitas pessoas perguntam o que mudou depois da minha separação. E respondo que o que mudou foi que eu parei de colocar a culpa de todos os meus problemas no meu ex, nos meus filhos, nos meus cachorros, na falta de tempo, no universo. Eu trouxe a responsabilidade dos meus desafios para mim e para as minhas escolhas.</p>
<p>Mudou que eu perdoei o meu ex pelo erros dele e, principalmente, me perdoei pelos meus. Foi libertador!</p>
<p>Mudou que toda vez que eu reclamava de alguma coisa eu procurava duas para agradecer! Engraçado que hoje eu quase não reclamo mais!</p>
<p>Mudou que eu parei de me importar se meu ex tinha tempo para ele, tranquilidade, noites inteiras de sono, academia todo dia, café da manhã com tempo, liberdade, etc. O que ele tem não vai mudar em nada o que eu tenho!</p>
<p>Ao invés de gastar energia com ele, decidi gastar minha energia comigo! E com o que eu podia fazer para melhorar minha rotina. Aí tudo foi fazendo mais sentido. Eu fui me reencontrando, me reprogrAMANDO!</p>
<p>Faz sentido para você? Espero que te ajude, que faça você se sentir mais leve!</p>
<p>Beijo e até a próxima!</p>
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		<item>
		<title>A família e o gerenciamento de conflitos</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2020/11/06/a-familia-e-o-gerenciamento-de-conflitos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 04:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação dos Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Lar]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento Conjugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pensar em família nos dias atuais requer um caminhar pelo cenário do afeto bem como dos conflitos. Não tem como se esvair deste contexto. Aonde reside o amor, em alguns momentos, aflora o desamor. A questão que se abre a partir deste fenômeno sistêmico é que as pessoas precisam começar a perceber esta situação como&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pensar em família nos dias atuais requer um caminhar pelo cenário do afeto bem como dos conflitos. Não tem como se esvair deste contexto. Aonde reside o amor, em alguns momentos, aflora o desamor.</p>
<p>A questão que se abre a partir deste fenômeno sistêmico é que as pessoas precisam começar a perceber esta situação como algo natural. O conflito faz parte das interações sociais, não há nenhuma forma de relacionamento sem a presença destes.</p>
<p>Acontece que a cultura nos informa que os conflitos são negativos e que devemos evitá-los. Na verdade, os conflitos são fenômenos naturais, uma oportunidade que temos de nos remodelar e irmos a outros patamares de relacionamentos e de conhecimentos.</p>
<p>As famílias ganharam novos contornos, novas configurações e novos personagens. As interações são complexas desde a família pequena até as maiores. O sistema familiar alberga situações outrora não imaginadas, e administrar o novo, num primeiro momento, traz insegurança, medo ou negação.</p>
<p>E agora? O que fazer com os conflitos que surgem a cada novo amanhecer dentro da sua casa?</p>
<p>Primeiramente, compreender o discurso por trás do que aconteceu. Depois, perceber quais atores fazem parte da narrativa. Ao final, enquadrar cada participante na sua esfera de responsabilidade pela co-construção do conflito.</p>
<p>A partir disso, torna-se possível estabelecer um momento de reflexão e percepção de como fazer a gestão deste conflito. Entretanto, nem sempre as pessoas vão dar conta de fazer este gerenciamento, pois estão no ápice de emoções e sentimentos aflorados e diminuem a capacidade de olhar pelos olhos da razão e dos dados objetivos da realidade.</p>
<p>A Câmara Satisfactio está à disposição para auxiliar você e toda a sua família no gerenciamento dos seus conflitos. Entre em contato e agende um horário!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Foto: Bigstock</em></span></p>
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		<title>Cinco dicas para reduzir os conflitos familiares em tempos de isolamento social</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2020/09/28/cinco-dicas-para-reduzir-os-conflitos-familiares-em-tempos-de-isolamento-social/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2020 02:52:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamento Conjugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pensar em família nos dias atuais, requer pensar em múltiplas possibilidades de manifestações de conflitos. Por mais paradoxal que seja, onde se tem um núcleo de amor reside também focos de conflitos e de confrontos. As linguagens do amor às vezes estão em sintonias distintas e trazem falhas comunicacionais com desentendimentos subsequentes. Precisamos refletir sobre&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pensar em família nos dias atuais, requer pensar em múltiplas possibilidades de manifestações de conflitos. Por mais paradoxal que seja, onde se tem um núcleo de amor reside também focos de conflitos e de confrontos. As linguagens do amor às vezes estão em sintonias distintas e trazem falhas comunicacionais com desentendimentos subsequentes.</p>
<p>Precisamos refletir sobre isso, principalmente em tempos de pandemia e isolamento social. Estamos vivendo o “novo” dentro das famílias mas não tivemos uma preparação de como conviver e nos relacionar nessas circunstâncias especiais.</p>
<p>Por isso, nesses momentos em que estamos sendo desafiados, pensar em um estilo de vida empático e compassivo pode ser uma estratégia muito interessante e eficaz. Mas como conseguimos ter este estilo de vida?</p>
<p>Para ajudá-las, queridas Mommy´s deixo aqui algumas dicas para aprimorar os relacionamentos familiares e incentivar a construção de consensos:</p>
<ul>
<li><strong>Escuta dinâmica:</strong> escutar para compreender e não para rebater. Escutar com todos os sentidos e não apenas com os ouvidos. Escuta ativa implica ouvir com o coração, as necessidades do outro que não estão sendo atendidas. É importante a construção de diálogos que enriquecem a vida e que conectem as pessoas. Comunicação é um processo de interação e de conexões recíprocas, com fulcro na construção de um entendimento compartilhado;</li>
<li><strong>Validação de sentimentos:</strong> validar os sentimentos das pessoas implica em reconhece-los e legitimar a existência dos mesmos. Significa que estamos percebendo a existência dos sentimentos e que eles estão atrelados a necessidades não atendidas;</li>
<li><strong>Parafraseamento ou recontextualização:</strong> é muito importante perceber que uma mesma situação pode ser vislumbrada sobre várias percepções. E não existe uma verdade absoluta que sobreponha à outra, mas diferentes pontos de vistas com diversas narrativas. Assim, é interessante fazermos o movimento no sentido de perceber as distintas nuances e sempre que recebermos uma fala, devemos fazer o movimento de devolvê-la ao emissor para verificarmos em qual contexto ela foi emitida. As devolutivas devem ser feitas em uma linguagem neutra, leve e sem elementos que desagreguem ou desabonem. Uma filtragem é sempre indicada nos <em>feedbacks</em> realizados</li>
<li><strong>Perguntas:</strong> Para verificarmos se estamos compreendendo o discurso do outro, além das devolutivas, é importante que façamos algumas perguntas para compreender bem seu contexto, suas interações e implicações decorrentes;</li>
<li><strong>Enquadramento:</strong> quando estamos em um processo de interação com o outro, bem como com um sistema, é muito importante que possamos nos perceber como atores desse contexto e sabermos qual é a função que deve ser realizada por cada um de nós. Conhecer do nosso pertencimento e as decorrências deste, faz com que sejamos responsáveis por nossos atos e falas.</li>
</ul>
<p>Bem, essas são algumas ferramentas que utilizamos na Mediação de Conflitos, um caminho que se abre para gestão de conflitos complexos e com relações continuadas, que são os casos das famílias.</p>
<p>Nós mediadores usamos as técnicas para o desenvolvimento do procedimento. Mas penso que as mesmas podem ser instrumentos muito úteis para aprimorar as relações familiares.</p>
<p>Se vocês perceberem que não estão conseguindo gerenciar os conflitos sozinhas, nós da Câmara Satisfactio estamos à disposição para esclarecer suas dúvidas, bem como para ajudá-las a realizar um gerenciamento familiar assertivo e produtivo. Estamos atendendo com horário agendado ou através de Plataforma Digital.</p>
<p>Contamos com uma equipe de Mediadores Interdisciplinares que trabalham de forma ética e respeitosa na construção de consensos e no resgate das famílias.</p>
<p>Conte conosco!</p>
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		<title>Saiba mais sobre mediação e conciliação de conflitos</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2020/09/20/saiba-mais-sobre-mediacao-e-conciliacao-de-conflitos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 02:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamento Conjugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário contemporâneo se apresenta permeado por conflitos dos mais variados gêneros e espécies. Negar a existência dos mesmos, ou até mesmo ir para linha de batalha não se apresenta como uma opção adequada. A dinâmica dos conflitos requer, além de um senso ético de responsabilidade, um olhar para si, para o outro e para&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário contemporâneo se apresenta permeado por conflitos dos mais variados gêneros e espécies. Negar a existência dos mesmos, ou até mesmo ir para linha de batalha não se apresenta como uma opção adequada.</p>
<p>A dinâmica dos conflitos requer, além de um senso ético de responsabilidade, um olhar para si, para o outro e para o próprio conflito. Esses olhares se intercruzam, fazendo com que as pessoas tenham a oportunidade de vislumbrar o cenário sob novas nuances.</p>
<p>Será que elas conseguem perceber esta oportunidade nos conflitos? Na grande maioria dos casos, a resposta é não. É comum que os conflitos sejam percebidos como algo negativo ou como algo que deva ser evitado.</p>
<p>Entretanto, os conflitos são fenômenos da vida humana e como tais, acontecem a todo momento nos mais variados cenários e com os mais diversos atores. Precisamos nos familiarizar com a sua ocorrência e tratar esses acontecimentos que nos atravessam de forma natural. É necessário pensar em uma educação que ensine os nossos filhos a lidarem com o conflitos, a não terem medo deles e se disponibilizarem à escuta e ao diálogo para a sua compreensão e transformação.</p>
<p>A gestão de conflitos pode ser realizada das mais variadas formas, seja pela autocomposição ou pela heterocomposição. Quando se fala em <strong>autocomposição</strong>, estamos falando do protagonismo das pessoas ao resolverem seus conflitos, sozinhos ou com auxílio de um terceiro imparcial e sem poder decisório, através de uma negociação de interesses. A <strong>heterocomposição</strong> implica em um terceiro, imparcial e com poder decisório, a decidir o conflito e a ditar quem venceu a questão.</p>
<p>No âmago das relações continuadas, no qual se percebe a necessidade de refazer a relação conflituosa em novos patamares, como por exemplo, nas relações familiares e empresariais, a Mediação e a Conciliação têm se apresentado como instrumentos efetivos de gestão.</p>
<p>A negociação de interesses tem sido uma estratégia muito assertiva, bem como efetiva, para conduzir conflitos permeados pela dor, pela angústia, pela ansiedade, pela decepção, pela frustração, dentre outros sentimentos que passeiam em nós em momentos de crise. Nesse condão, o terceiro, seja ele conciliador ou mediador, identifica os sentimentos, as emoções e os interesses dos envolvidos para só depois tratar das questões processuais.</p>
<p>A Satisfactio é uma Câmara Privada de Conciliação e Mediação que atua no cenário negocial, criando possibilidades de gerenciamento amplo de conflitos. Trabalha com a realização de sessões de conciliação e mediação, com consultoria, com capacitações e treinamentos de equipes e empresas.</p>
<p>Os membros da Satisfactio são altamente qualificados e comprometidos com a ética e com a responsabilidade necessários à função que desempenham. São negociadores e pacificadores que mostram ao outro como é possível viver de forma não combativa, livre de todo tipo de violência.</p>
<p>Entre em contato com a nossa equipe! Estamos à disposição para lhe apresentar nossas possibilidades de atuação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Foto: banco de imagem</em></span></p>
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		<title>Como mereci ser mãe</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2020/06/10/como-merecer-ser-mae/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 04:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento Conjugal]]></category>
		<category><![CDATA[culpa de tentante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Somente uma tentante sabe o quão grande é o sonho de ser mãe. É desejo que não se planeja, simplesmente vem! Incontrolável ao que parece ser natural em continuidade à reprodução de nossa espécie. É transcendência humana que não poupa o muito ou o pouco racional. Tentante tem por consequência o despertar de uma “exigência&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Somente uma tentante sabe o quão grande é o sonho de ser mãe. É desejo que não se planeja, simplesmente vem! Incontrolável ao que parece ser natural em continuidade à reprodução de nossa espécie. É transcendência humana que não poupa o muito ou o pouco racional.</p>
<p>Tentante tem por consequência o despertar de uma “exigência divina” à reflexão humana. Indagação constante de um merecimento “evidente”. Por que ainda não engravidei? O que fiz de errado? Quanto tempo vou ter que esperar?</p>
<p>Descobri que neste assunto nem todas as explicações são científicas.</p>
<p>Do ponto de vista técnico, basta ter um médico especialista em reprodução humana e solicitar um <em>check-up</em> específico de infertilidade o quanto antes. É de direito investigar, quando desejar. Mesmo após todos os exames feitos, é comum nada encontrar. E se isso acontece, possivelmente as indagações se multiplicarão.</p>
<p>Por esse motivo, uma dica que dou é de sempre buscar hábitos saudáveis: praticar esporte, não fumar, reduzir a obesidade, etc. A ajuda psicológica também ajudará a controlar os níveis de ansiedade e, principalmente, ajudará a perceber e dar conta daquilo que sozinho não consegue vencer. Seja honesta contigo mesma, todos nós precisamos de ajuda!</p>
<p>Mesmo assim, o filho não vem e constatamos que há um tempo, um processo a ser percorrido, até aceitar que a infertilidade é algo real. Fluxos menstruais regulares não são carimbo de fertilidade. Já é hora de buscar compreender o que está além, esmagando nosso maior sonho.</p>
<p>Os meses e anos passam e aquele desejo tão esperado corrói no peito e na alma. A dor é física, o corpo está ferido e entorpecido de hormônios. Inconscientemente, bem lá no fundo, já há dúvida do merecimento da concepção da vida. Inevitavelmente, indagamos quem somos, o que fizemos na vida para merecer tal provação.</p>
<p>A dor provoca em ti uma necessidade de revisão comportamental e ideológica. Convicções são desbancadas pela realidade “seca”. Revisar as crenças, pensamentos e ações parece ser parte do processo da evolução de uma tentante. Processo que invoca sua essência.</p>
<p>O piloto automático da vida parece esconder nossas verdades, nossa consciência. Percebemos atos de glória se tornarem vilões. Será que não fui dura demais com meus pais que só me deram amor? Será que fui realmente justa com meu irmão? Será que eu poderia ter sido melhor para meu próximo lá atrás? O que preciso fazer agora?</p>
<p>Se escondemos a verdade de nós mesmas, a vida cria os caminhos para que a verdade se torne presente.</p>
<p>Tenho honrado meus pais, ou os responsabilizo pelos meus anseios? Ou tenho gastado meu tempo condenando eles? E com meus irmãos, amigos, familiares, o que sou e como sou com estas pessoas? O que há de mal resolvido na minha caminhada humana? As respostas se apresentam, ainda que resista a elas.</p>
<p>Percebi que desde os nove anos de idade, quando meus pais se separaram, eu não havia conseguido ter uma boa relação com a minha mãe. Ela saiu de casa, mas, tinha a expectativa que fôssemos querer ir morar com ela. O tempo passava, e mesmo desejando que nos déssemos bem, era só estresse. Éramos muito diferentes.</p>
<p>Em meu íntimo, algo me falava que talvez eu não merecesse ser mãe porque “eu não era uma boa filha”. Me esforçava cada vez mais para ter paciência e acolhê-la, mas pouco adiantava.</p>
<p>Nesse desconforto tive reflexões sobre o &#8220;eu&#8221;: esposa, filha, irmã, sobrinha, madrinha, etc. Recebi doses cavalares de maturidade e de humildade. Com isso, aos poucos, reconstruí relações importantes cuja consequência nem sempre havia sido reflexo do amor, da admiração e do respeito que realmente sentia. Pude observar como agimos por ego, por aceitação social, orgulho.</p>
<p>Um dia minha mãe me ligou e, novamente, começamos a brigar no telefone. Eu já tinha feito quatro ou cinco tratamentos para engravidar, todos sem sucesso. Comecei a chorar. Ela me perguntou por que eu estava chorando? Foi quando consegui falar a ela que eu acreditava não conseguir engravidar porque eu não era uma boa filha. Então, ela imediatamente me confortou dizendo que eu era sim uma boa filha, e que eu não deveria crer no contrário, porque ela sempre me amou e me enxergou como uma filha muito boa. Enfim, venci minha máscara de filha bem resolvida.</p>
<p>Entendo que era necessário eu falar e me libertar, ao mesmo tempo que o acolhimento dela pelo outro lado do telefone, significava um perdão, uma benção e a unção de merecimento que eu precisava ter para me tornar merecedora.</p>
<p>Acredito que foi um passo importante que dei em direção ao merecimento do meu filho, que veio logo depois disso. Foi um processo que precisei vencer. Como se a vida me colocasse este obstáculo para que eu pudesse ver a verdade.</p>
<p>Verdade é saber que eu deveria honrar meus pais que, sobretudo, me deram a vida. De alguma forma precisei romper meu orgulho e o medo de enfrentar o que fosse preciso para transformar a nossa relação de forma mais leve e respeitosa. Tudo poderia ter sido bem mais leve.</p>
<p>Minha dica consiste em passar a limpo suas relações, antes que a vida lhe invoque a olhar sobre duras penas para tudo aquilo que seu ego insiste em esconder, que sua mente torna inconsciente por uma sobrevivência falsa. Fugindo da dor o universo cria uma dor ainda maior para lhe chamar para a consciência plena.</p>
<p>Seja presença, e seja verdade consigo mesma!</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-13266" src="https://www.portalmommys.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Assinatura-Carol-Vieira-300x96.png" alt="" width="656" height="210"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Foto: banco de imagem</em></span></p>
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		<title>Não se cale. Diga não a violência contra a mulher!</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2020/05/26/diga_nao_a_violencia_contra_a_mulher/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2020 04:55:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamento Conjugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não! Não para a violência contra a mulher. Não para qualquer forma de abuso. Não para o aumento das agressões durante o isolamento social. Você não está sozinha. Esse enfrentamento é nosso! Na próxima quinta-feira, dia 28 de maio, o Sentir Mulher irá realizar o primeiro encontro do grupo terapêutico sobre abusos: &#8220;Um ato de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<pre style="text-align: center;"><strong><em><span style="color: #800080;">Não! Não para a violência contra a mulher.
</span></em></strong><strong><em><span style="color: #800080;">Não para qualquer forma de abuso. 
Não para o aumento das agressões durante o isolamento social.
Você não está sozinha. Esse enfrentamento é nosso!</span></em></strong></pre>
<p>Na próxima quinta-feira, dia 28 de maio, o <a href="https://sentirmulher.com.br/">Sentir Mulher</a> irá realizar o primeiro encontro do grupo terapêutico sobre abusos: &#8220;Um ato de (amor) violência&#8221;. Ele será conduzido pelas psicólogas Juliana Vilasboas e Mariana Lanna, ambas com experiência clínica na área, e será um espaço de reflexão, reconhecimento e superação frente aos atos mais sutis de violência no âmbito relacional.</p>
<p>Geralmente os abusos vêm disfarçados de afeto, amor e preocupação. Um segredo muito difícil de olhar e enfrentar. Por conta disso, o grupo tem a intenção de ser um espaço terapêutico, mas também de acolhimento e autonomia para mulheres que vivenciam ou vivenciaram esse tipo de relação.</p>
<p>Para participar do encontro, as inscrições devem ser feitas pelo <a href="https://www.sympla.com.br/grupo-um-ato-de-amor-violencia__861011">Sympla</a>. Por ser um grupo online, as vagas são limitadas para que as profissionais possam ouvir e acolher a todas as mulheres participantes.</p>
<p>Não se cale, denuncie. Ligue 190 para emergências e 180 para denúncias.</p>
<p><span style="color: #800080;"><strong><em>Por Daniela Bittar, psicóloga e fundadora do @sentirmulher.</em></strong></span></p>
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		<title>A violência doméstica não entrou em quarentena</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2020/05/18/a-violencia-domestica-nao-entrou-em-quarentena/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 23:22:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamento Conjugal]]></category>
		<category><![CDATA[violencia domestica durante a quarentena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está se sentindo como dentro da sua casa com o seu parceiro(a)? Está perdida em seus sentimentos, com dificuldades de entender se está ou não sofrendo maus tratos? A alma confusa, cansada, perdida em meio a dor&#8230; As situações que já não estavam boas, podem piorar muito em momentos como o que estamos vivendo, de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Está se sentindo como dentro da sua casa com o seu parceiro(a)? Está perdida em seus sentimentos, com dificuldades de entender se está ou não sofrendo maus tratos?</p>
<p>A alma confusa, cansada, perdida em meio a dor&#8230;</p>
<p>As situações que já não estavam boas, podem piorar muito em momentos como o que estamos vivendo, de isolamento social, confinados dentro do mesmo espaço físico. E tudo isso, pode nos deixar mais frágeis, inseguras e intimidadas.</p>
<p>Portanto, se a convivência na sua casa tem ficado agressiva e extremamente intimista, não espere para tomar uma providência, pois os dias vão girando tão rápido, que podem virar um grande emaranhando. E, apesar de ser muito difícil de enxergar quando se está olhando de dentro do emaranhando, da fresta da porta, ou do buraco que lhe resta, tudo isso tem sim uma saída.</p>
<p>Se você está se sentindo presa, trancafiada e desrespeitada, lembre-se que você merece ser amada, feliz e admirada. Não duvide da sua capacidade de perceber a vida ao seu redor. Você não precisa se sentir sozinha, tem gente desse lado de cá para ajudar.</p>
<p>Não desista de você mesma, não ache que você não tem saída. Peça ajuda! Ligue 190 para urgência ou 180 para denúncias.</p>
<p><span style="color: #800080;"><strong><em>Por Daniela Bittar &#8211; psicóloga e fundadora do @sentirmulher.</em></strong></span></p>
<hr>
<p>No Brasil, a violência doméstica teve um aumento de até 50% em alguns estados durante a quarentena.&nbsp;Pensando em alertar a população sobre essa situação, o&nbsp;<a href="http://www.institutomariadapenha.org.br/">Instituto Maria da Penha</a>, em parceria com as agências de publicidade F.biz e Vetor Zero,&nbsp;lançou uma <a href="https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&amp;v=A6CslhHgTrA&amp;feature=emb_title">campanha</a> para conscientizar as&nbsp;mulheres vítimas de violência&nbsp;e também as pessoas ao seu redor.</p>
<div id="attachment_13681" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-13681" class="wp-image-13681 size-medium" src="https://www.portalmommys.com.br/wp-content/uploads/2020/05/campanha-violencia-domestica-300x170.jpg" alt="" width="300" height="170"><p id="caption-attachment-13681" class="wp-caption-text">A campanha &#8220;Call&#8221;, lançada pelo Instituto Maria da Penha, usa uma situação de videochamada para denunciar a violência doméstica.</p></div>
<p>Portanto, preste atenção nos sinais. Não se cale! Denuncie.&nbsp;A&nbsp;<strong>denúncia é anônima</strong>&nbsp;e pode ajudar a salvar vidas, principalmente neste momento em que a vítima está afastada do seu círculo social.</p>
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		<title>Satisfactio e Mommys</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2020/04/07/satisfactio-e-mommys/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 02:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamento Conjugal]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Especializados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pensar nos dias atuais nos faz passear por caminhos de incerteza e insegurança. Tem sido dias desafiadores e a vida humana passa por um processo de ressignificação. O contexto se abre a vários tipos de conflitos e ao ensejo de relações intrincadas. Nesse momento, além de pensar em se prevenir, de manter o isolamento social&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://portalmommys.com.br/2020/04/07/satisfactio-e-mommys/">Satisfactio e Mommys</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalmommys.com.br">Portal Mommys</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pensar nos dias atuais nos faz passear por caminhos de incerteza e insegurança. Tem sido dias desafiadores e a vida humana passa por um processo de ressignificação. O contexto se abre a vários tipos de conflitos e ao ensejo de relações intrincadas. Nesse momento, além de pensar em se prevenir, de manter o isolamento social necessário, também é conveniente refletirmos no gerenciamento dessas múltiplas situações que cruzam nosso cotidiano.</p>
<p>Dentre as possíveis formas de gerenciar os conflitos que atravessamos, podemos pensar na Conciliação e na Mediação. Estas são formas dinâmicas e autocompostivas, no qual as pessoas envolvidas no cenário contencioso se abrem a uma possibilidade de diálogo e de negociação acerca das temáticas controversas que as envolvem. O processo é conduzido por um terceiro facilitador, imparcial e sem poder decisório que perfaz a tarefa de se colocar no meio das dores humanas com empatia e compaixão.</p>
<p>O conciliador e o mediador não resolvem o conflito para as pessoas. Eles atuam enquanto negociadores indiretos que trabalham a perspectiva integrativa de solução de controvérsias. Eles negociam de forma ética, separando as pessoas do problema, buscando a perspectiva dos interesses dos envolvidos, criando opções de ganhos múltiplos e checando as possibilidades em critérios objetivos. Ao final, reduz-se a termo todo o processo negocial por meio da lavratura de um acordo que pode ou não ser levado para homologação judicial, a depender da natureza do conflito. Tudo isso acontece fora do Poder Judiciário, sem processo, sem audiências, apenas com as pessoas envolvidas e com o conciliador ou mediador, e, se for o caso, com a presença de advogados.</p>
<p>Muitas pessoas não conhecem ou não ouviram falar desses métodos. Por isso, faremos uma&nbsp;<em>live</em> junto com as Mommys para explicar de uma forma mais didática e prática, de que forma a Câmara Satisfactio pode ajudar as pessoas a superarem os desafios do dia a dia, assim como aqueles decorrentes da pandemia, com mais tranquilidade.</p>
<p>Nossa equipe está pronta para atender você e sua família!</p>
<p>Estamos atendendo <em>Home Office</em>. Entre em contato e agende um horário.</p>
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