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	<title>Arquivos Dicas - Portal Mommys</title>
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	<title>Arquivos Dicas - Portal Mommys</title>
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		<title>Nossas dicas de filmes e séries</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tati]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 17:03:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Mommys]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oie Mommys, aqui é a Lan Apolinário, responsável pelo Nossas Dicas de Filmes e Séries, que é uma comunidade no Facebook cujo objetivo é trocar dicas de filmes e séries. Eu estou aqui novamente para trazer dicas de filmes para vocês assistirem nessas férias. Filme NADADORAS. Bem, resolvi começar com uma dica de um filme&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Oie Mommys, aqui é a Lan Apolinário, responsável pelo Nossas Dicas de Filmes e Séries, que é uma comunidade no Facebook cujo objetivo é trocar dicas de filmes e séries. Eu estou aqui novamente para trazer dicas de filmes para vocês assistirem nessas férias.</p>
<p><strong>Filme NADADORAS. </strong></p>
<p>Bem, resolvi começar com uma dica de um filme baseado em fatos reais e que vem com grandes reflexões. Ele não é uma superprodução, mas aborda temas tão importantes que faz com que se transforme em um filme muito interessante. Embora seja de 2022, a história real se passou em 2015, quando as jovens irmãs Yusra e Sara fugiram da Síria, totalmente devastada pela guerra, e atravessaram o oceano em um bote de borracha juntamente com outros refugiados para chegar na Europa.</p>
<p>Para saber quais foram as outras dicas, <a href="https://portalmommys.com.br/novo/wp-content/uploads/2023/07/Mommys_Ed41.pdf">clique aqui !</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Hora do caos: Relatos e estratégias sobre a hora de ir para a escola</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2023/08/21/hora-do-caos-relatos-e-estrategias-sobre-a-hora-de-ir-para-a-escola/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tati]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 21:53:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Organização]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Mommys]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para muitas famílias, principalmente aquelas com crianças ou adolescentes em época escolar, o dia começa com o despertador tocando. Os pais se levantam sobressaltados, pois sabem que para dar conta de todos os compromissos do dia, os horários devem ser seguidos à risca. Porém, logo ali no quarto ao lado, estão as crianças ou adolescentes,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para muitas famílias, principalmente aquelas com crianças ou adolescentes em época escolar, o dia começa com o despertador tocando. Os pais<br />
se levantam sobressaltados, pois sabem que para dar conta de todos os compromissos do dia, os horários devem ser seguidos à risca. Porém, logo<br />
ali no quarto ao lado, estão as crianças ou adolescentes, que seguem em sono profundo, sem a menor intenção de acompanharem o ritmo acelerado<br />
dos adultos. E a simples negativa de se levantarem no horário esperado pode gerar um grande impacto em toda a rotina da casa.<br />
É o que acontece, por vezes, na casa da Marina Neves, mãe de Caio, de 1 ano e das gêmeas Olívia e Liz, de 3 anos.</p>
<p>Ela conta que suas manhãs são repletas de desafios e que se reinventa, todos os dias, para dar conta da rotina exaustiva com três filhos e<br />
suas demandas. “Durante a semana, as manhãs são relativamente caóticas. Tenho que dar almoço para o bebê, ajudar as meninas e almoçar ao mesmo tempo, além de arrumar três merendeiras, três mochilas e as três crianças. Confesso que depois que passa, fico achando que mereço um<br />
troféu”, comenta Marina.<br />
Para ela, o que ameniza bastante esse caos é definir algumas estratégias para se antecipar aos imprevistos que podem surgir naquele horário. “À<br />
noite, as mochilas já são preparadas e os lanches são feitos antes do almoço. A redução no acesso às telas também é outro fator positivo. Além<br />
disso, tenho buscado estar cada vez mais presente, seja com brincadeiras ou me esforçando para almoçarmos todos juntos”, afirma Marina.</p>
<p>E foi exatamente a definição de algumas estratégias que fizeram a rotina da casa de Heloísa Rocha fluir de forma mais leve. Ela conta que hoje colhe os frutos de sua persistência em estabelecer alguns combinados com seu filho Heitor, de 4 anos. “Durante um tempo, eu enfrentei resistência por parte dele para tomar café da manhã, almoçar, se arrumar e sair. Hoje, com quase 5 anos completos, meu filho já sabe exatamente como funciona nossa rotina e a paz reina durante a semana”, pontua, de forma orgulhosa, Heloísa.<br />
Ela acredita na previsibilidade como peça fundamental para o funcionamento dessa engrenagem e afirma que uma das estratégias mais eficazes para a dinâmica de seu dia a dia é acordar o filho mais cedo, para que ele possa executar suas demandas com calma. Além disso, ela ressalta que antecipar o preparo da mochila, da lancheira e do uniforme também são hábitos que evitam o estresse no<br />
momento que antecede a hora de ir para a escola.</p>
<p>Para ler a matéria completa, <a href="https://portalmommys.com.br/novo/wp-content/uploads/2023/07/Mommys_Ed41.pdf">clique Aqui</a></p>
<p>Para edições anteriores, <a href="https://portalmommys.com.br/revista-mommys/">clique Aqui</a></p>
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		<item>
		<title>VOCÊ TAMBÉM TEM O SONHO DE SE MUDAR PARA OS EUA?</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2023/06/05/voce-tambem-tem-o-sonho-de-se-mudar-para-os-eua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tati]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 18:11:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Mommys]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Especializados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sonho de morar fora do país é muito comum entre diversas famílias brasileiras. E como o interesse por esse assunto teve um grande aumento recentemente em nosso grupo, decidimos levantar as principais dúvidas sobre esse processo e convidamos a Bicalho Legal Consulting, uma consultoria com mais de 20 anos de experiência em processo imigratório,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sonho de morar fora do país é muito comum entre diversas famílias brasileiras. E como o interesse por esse assunto teve um grande aumento recentemente em nosso grupo, decidimos levantar as principais dúvidas sobre esse processo e convidamos a Bicalho Legal Consulting, uma consultoria com mais de 20 anos de experiência em processo imigratório, para esclarecer melhor esses questionamentos.</p>
<p>Confira a seguir.<br />
<strong>Muitas pessoas possuem vontade de trabalhar ou morar legalmente em outros países. Geralmente, quais são os países mais procurados por </strong><strong>brasileiros(as)?</strong></p>
<p>O fato de os EUA possuírem a maior economia mundial, com ambiente seguro para a família e ótimas possibilidades de trabalho, faz com que esse<br />
país seja a primeira opção para 80% dos brasileiros, seguido por Portugal, com 10% das escolhas (local onde o idioma é o fator decisivo) e o restante<br />
pulverizado em outros países.</p>
<p><strong>Sabemos há todo um processo a ser seguido para realizar esse desejo. Nesse caso, qual o primeiro passo a ser dado?</strong>O primeiro passo é buscar um escritório de imigração, especialista e licenciado nessa área, para juntos, avaliarem as possibilidades de visto que<br />
contemplam a residência legal, permitam acesso ao mercado de trabalho, educação e demais direitos de todos os que residem legalmente no país.</p>
<p><strong>Como a Bicalho Legal Consulting pode ajudar nesse processo?</strong><br />
A Bicalho teve a oportunidade de auxiliar centenas de famílias nessa jornada rumo ao sonho americano. A grande vantagem é que a Bicalho possui<br />
escritórios no Brasil, EUA e Portugal, com profissionais licenciados nos três países, com vasta experiência e excelente reputação.<br />
Além disso, nossos profissionais, nos escritórios dos EUA e Portugal, também são imigrantes e já passaram pelo mesmo caminho que os nossos<br />
clientes estão passando, criando assim, uma relação profissional e também empática com nossos clientes.</p>
<p><strong>Há bastante dúvida sobre os tipos de visto e em que momento cada um é mais adequado. Poderia nos explicar um pouco melhor quais são os tipos </strong><strong>de visto, suas diferenças e em quais situações eles são mais recomendados?</strong><br />
Existem 187 tipos de vistos, que vão desde pessoas que desejam fazer turismo, estudar, investir e até mesmomorar e trabalhar nos EUA. Via de regra, as pessoas que desejam morar buscam o EB-2NIW, que é um vistobaseado na sua trajetória profissional, pois ele não exige abertura de negócio ou investimento e confere à toda família o direito de residir permanentemente nos EUA. Mas para cada perfil e demanda existe um tipo de visto específico.</p>
<p><strong>É possível realizar esse processo para a família? Se sim, poderia nos explicar melhor como funciona?</strong><br />
É possível sim. Na verdade, quando o processo imigratório é aprovado, automaticamente, é estendido ao cônjuge e filhos menores de 21 anos, quando<br />
solteiros. Portanto, é de fato um processo que abrange toda a família.</p>
<p><strong>Geralmente, qual o tipo de visto e programa mais recomendados em se tratando de famílias?</strong><br />
Isso varia de acordo com o perfil profissional e de cada família. O mais procurado é o EB2 NIW, por ser um visto para profissionais que, através de sua<br />
trajetória e experiência, irão agregar valor ao país. Vale ressaltar que toda a família é beneficiada com o green card e isso os coloca na rota para obtenção da cidadania americana em poucos anos.</p>
<p>Leia a matéria completa na revista mommys clicando <a href="https://portalmommys.com.br/novo/wp-content/uploads/2023/05/Mommys_Ed40.pdf">aqui</a> !</p>
<p>Edições anteriores clique <a href="https://portalmommys.com.br/revista-mommys/">Aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Conto de fada repaginado:  Chapeuzinho Vermelho para todas as idades</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2022/07/27/conto-de-fada-repaginado-chapeuzinho-vermelho-para-todas-as-idades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 14:48:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação dos Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça um pouco mais sobre 4 releituras brasileiras do clássico conto infantil Por&#160;Carol Barreto A história das narrativas populares que vieram a se tornar, o que hoje conhecemos, como contos de fadas é complexa e intrigante. Ao longo dos séculos, relatos folclóricos, mitos, adágios e lendas populares foram sendo transmitidos oralmente de geração a geração,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align:center">Conheça um pouco mais sobre 4 releituras brasileiras do clássico conto infantil </p>



<p style="text-align:center"> Por&nbsp;<a href="https://portalmommys.com.br/author/carolbarreto/">Carol Barreto</a></p>



<p>A história das narrativas populares que vieram a se tornar, o que hoje conhecemos, como contos de fadas é complexa e intrigante. Ao longo dos séculos, relatos folclóricos, mitos, adágios e lendas populares foram sendo transmitidos oralmente de geração a geração, sofrendo sensíveis modificações, e foram transpostos para a linguagem escrita há pouco mais de três séculos, constituindo o que hoje consideramos a literatura infantil “clássica”.</p>



<p>É o caso de Chapeuzinho Vermelho. Revisitado incansavelmente pela literatura, teatro, cinema, música; nas versões originais, transmitidas oralmente por camponeses medievais, havia vários elementos grotescos, sombrios, sensuais e até mesmo obscenos que acabaram sendo retirados por narradores posteriores. A primeira menção documental que se tem notícia do clássico conto infantil remonta ao século XI, a uma obra chamada <em>Fecunda Ratis</em>, escrita em latim, e que conta a história de uma menina de capuz vermelho em convergência com a presença de lobos.</p>



<p>Mas a primeira versão escrita que, de fato, chegou aos nossos tempos é a do francês Charles Perrault, de 1697. Na narrativa recontada por Perrault, uma bela menina – “a mais linda que se podia imaginar” – tinha um chapéu vermelho que lhe caía tão bem que todos a chamavam de Chapeuzinho Vermelho. Certa vez, foi visitar sua avó que estava doente, levando um bolo e um pote de manteiga. No caminho, encontra um lobo, que lhe pergunta aonde vai e o que leva. A “pobre criança” conta todos os detalhes, e o lobo se apressa para chegar logo à casa da avó enquanto Chapeuzinho se distrai colhendo flores. O animal finge ser a neta da senhora, invade a casa e a engole. Finalmente, a menina chega e transcorre o já conhecido diálogo que se finaliza com a menina despindo-se, deitando-se na cama e sendo “devorada” pelo lobo. Diferentemente da versão mais difundida, essa não tem um final feliz. O conto termina com um pequeno poema de 15 versos que constitui a moral da história, que censura as crianças – especialmente as belas meninas – a falar com qualquer pessoa estranha, terminando por dizer que os “lobos” sedutores são, de todos, os mais perigosos. A intenção da história de alertar as meninas contra a sedução amorosa fica bem clara na leitura da moral, que resume o conto.</p>



<p>Pouco mais de um século depois, os irmãos Grimm, já intencionados em transformar aqueles contos populares mais acessíveis ao entendimento e divertimento infantil, propõem uma versão com um final mais atenuado. Nenhuma diferença significativa pode ser notada até o momento em que se dá o diálogo entre o lobo e a menina. Mas, nessa versão, a menina não se despe, é somente devorada, de fato, pelo lobo. Assim que ele termina a sua “refeição”, deita-se para dormir, e o som de seu ronco atrai um caçador que já procurava pelo lobo há muito tempo. O homem corta-lhe a barriga, retira as duas sobreviventes e enche-lhe o estômago de grandes pedras, que fazem-no morrer. O conto termina com uma reflexão de Chapeuzinho: “Você nunca mais na sua vida vai abandonar o caminho e entrar sozinha pela floresta, quando sua mãe tiver proibido de fazer isso”. Sem uma “moral” explícita na história, como no caso da versão francesa, a releitura dos irmãos Grimm abordam prioritariamente a importância da “obediência” da criança, deixando implícito o sentido de alertar as crianças sobre sedução e abuso.</p>



<p>Desde então, multiplicaram-se versões e releituras da história da menina de chapéu vermelho, em todos os cantos do mundo e em todas as épocas. Os contos de fada, além de permitir à criança estabelecer uma correspondência analógica entre o que a estória (re)vela sobre a vida e a natureza humana, possibilita também um despertar da fantasia, ajudando-a a desenvolver seu intelecto e a tornar compreensíveis suas ansiedades, emoções e dificuldades. A história de Chapeuzinho Vermelho se destaca pela sua flexibilidade, já que, apesar de ter sido escrito em condições de produção muito diversa das condições da sociedade contemporânea, mostra-se atual por (re)tratar uma situação relativa aos anseios e dificuldades enfrentadas pela criança, e configura-se como essencialmente moral, tendo por intuito maior a transmissão de valores culturalmente validados pela classe dominante. Por isso continua a ser revisitada por artistas de todas as áreas, criando versões absolutamente distintas e surpreendentes, como veremos nos resumos a seguir. A reinvenção de uma história clássica aguça a percepção das crianças de que o mundo é feito de múltiplos pontos de vista, por isso a importância de apresentarmos, como pais e educadores, novas possibilidades de olhares e leituras.</p>



<p><strong>Chapeuzinho Amarelo, </strong>de Chico Buarque</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://lh6.googleusercontent.com/lZqGD1DVkSbgdwE_duilp3etbI09ZiPQ6eF-YVrusuXttemhiYNyZFlWTlgSq6RT9ESPPyfT_Ta_CGlFMrQQPzCLy70PeoU-oTYNx3SLEEmhiwKiQkbE-HzWgto3ij9jcrhdIEsfkKbBvyFCBSJqn1U" alt="" width="595" height="304"/></figure></div>



<p><strong>Sinopse</strong>: Chapeuzinho Amarelo conta a história de uma garotinha amarela de medo. Tinha medo de tudo, até do medo de ter medo. Era tão medrosa que já não se divertia, não brincava, não dormia, não comia. Seu maior receio era encontrar o Lobo, que era capaz de comer “duas avós, um caçador, rei, princesa, sete panelas de arroz e um chapéu de sobremesa”. Ao enfrentar o Lobo e passar a curtir a vida como toda criança, Chapeuzinho nos ensina uma valiosa lição sobre coragem e superação do medo. Já em sua 40º edição, este clássico da literatura infantil brasileira vem encantando gerações e gerações de leitores. O livro de Chico Buarque recebeu, em 1979, o selo de “Altamente Recomendável”, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), e, em 1998, Ziraldo conquistou o Prêmio Jabuti na categoria Ilustração.</p>



<p>Esta obra marcou a minha infância e o mesmo tem feito com minhas filhas. Não tenho ideia de quantas vezes li e reli aqui em casa. De quantas vezes as ouvi relendo e brincando com as palavras. Aliás, a primeira dica valiosíssima: leiam em voz alta. A sonoridade das linhas/versos do Chico quase que se materializam ao lermos em voz alta. Não por acaso, Chico Buarque é atualmente um dos principais representantes da literatura nacional. Foi agraciado recentemente com a premiação mais importante de língua portuguesa, o Prêmio Camões de Literatura, pelo conjunto da obra. Já soma três Prêmios Jabuti e é autor de mais de 20 livros publicados.&nbsp;</p>



<p>Em Chapeuzinho Amarelo, encontramos uma menina que, de tanto ter medo das coisas, já não fazia nada. De todos os medos que ela tinha, havia um que era o maior de todos. Um medo do medo do medo de encontrar um “tal lobo” que ela nem sabia ao certo se existia. Só que ela não fica refém desse perrengue não, alguns momentos de tristeza que passam rapidinho, e muitas rimas fofas depois, a menina recriada por Chico mostra que encarar os desafios de frente, com determinação e persistência, são alguns ingredientes para vencer a batalha contra os medos, sejam fictícios ou bem reais. E o autor brinca lindamente com a linguagem para acentuar que o que causa mais medo é o desconhecido e que ao nos aproximarmos do medo, olhá-lo de frente, mergulhar nas nossas sombras, tomar conhecimento plenamente do que nos aflige, somos capazes de transformá-los e nos transformar juntos. Por meio da transformação das palavras, dos significados que carregam e das ideias e conceitos que transmitem, Chapeuzinho Amarelo muda seu jeito de pensar e passa a viver de uma outra maneira, brincando com as demais crianças, correndo, subindo em árvores e fazendo uma porção de coisas que antes evitava.</p>



<p>Destaco aqui, também, as duas versões das ilustrações da obra: a primeira, publicada em 1979, com ilustrações de Donatella Berlendis, e a segunda, mais recente e conhecida, com ilustrações de Ziraldo. O curioso ao observarmos as duas edições é a contribuição que cada ilustrador dá ao texto (observação extensiva ao projeto gráfico e à diagramação). Pessoalmente tenho a impressão de que a edição ilustrada por Ziraldo procura a concretização da palavra por meio da imagem, exemplificando com formas e cores as construções e brincadeiras que o texto propõe com as palavras. Já a edição de Berlendis prioriza a palavra escrita e valoriza o branco das páginas, sugerindo o silêncio como um mergulho numa certa introspecção presente também no texto, que sugere,&nbsp; entre outras leituras possíveis, que a reflexão leva ao amadurecimento da menina. As imagens&nbsp; da edição de 1979, bem mais esparsas se comparadas à edição de Ziraldo, buscam mais sugerir do que explicitar as ideias contidas no texto. Quem ficar curioso e quiser conhecer a primeira versão, ainda conseguimos encontrar alguns exemplares em sebos, como <a href="https://www.estantevirtual.com.br/nihkids-book/chico-buarque-chapeuzinho-amarelo-3191272672?show_suggestion=0">nesse link aqui</a> ou <a href="https://www.estantevirtual.com.br/sebo-da-lili/chico-buarque-chapeuzinho-amarelo-3255252265?show_suggestion=0">nesse aqui</a>.&nbsp;<br></p>



<p><strong>Chapeuzinho Vermelho e o Boto Cor de Rosa</strong>, de Cristina Agostinho e Ronaldo Simões Coelho</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/d2b0Abgiy8mLZQhn8Jd_ztZJODWSxahG4mhAWiIlhD7BIeeiZ5ZIkVFv7eNucE5tjeumUdjkAyiKaFvXGu3tU2tvJCkR7ulkiDjiE4Dxn97FfMprorjNuEMnOnXZyKBPZrkGoudN-CSaeFzNQA78Yg" alt="" width="577" height="346"/></figure></div>



<p><strong>Sinopse</strong>: Como a magia dos clássicos não tem fronteiras, nos sonhos de meninas e meninos brasileiros os personagens têm suas feições e habitam o cotidiano. Foi assim com Chapeuzinho Vermelho, menina que morava com a mãe numa aldeia de casas flutuantes, às margens do rio Negro, na Amazônia. Ao levar uma cesta com tacacá e frutas da região para a avó doente, Chapeuzinho conversa com um boto-cor-de-rosa, fica distraída com as belezas da floresta e tem uma grande surpresa quando chega no seu destino.</p>



<p>A história clássica recontada por Cristina Agostinho e Ronaldo Simões Coelho, dois grandes escritores da literatura infantil nacional, ganha ambientação, feições, linguagem e costumes bem brasileiros nessa obra tão importante. A história se passa na região norte do país, às margens do rio Negro. A menina ganha uma capa vermelha para se proteger da chuva. Chapeuzinho é descrita como uma menina negra, linda, alegre, esperta e generosa. Ao visitar a avó, com quem ela mantém estreitos laços afetivos, leva na cesta elementos típicos da região onde vive, alguns de origem indígena, como tacacá, tucumã, abiu e camu-camu. A fera, dessa vez, é o boto-cor-de-rosa que, em nosso folclore, leva as crianças para o fundo do rio. Aqui, após o ataque da fera, a menina é salva por um pescador.&nbsp;</p>



<p>São tantos elementos tipicamente nacionais estruturantes dessa narrativa, que a obra, lançada em 2020, consegue se apropriar da história clássica com muita originalidade. A roupagem brasileira, além de conferir proximidade, exerce um papel fundamental de representatividade em várias frentes: desde explorar peculiaridades da região norte, pouco conhecidas no sul e sudeste (regiões economicamente dominantes do país), e, principalmente, ao representar uma “princesa clássica” com feições tipicamente brasileira: negra, alegre, feliz. A historiadora, professora, digital influencer e ativista Luana Tolentino, destaca, também, a qualidade das ilustrações e sua capacidade de gerar empatia na representatividade. “Em diversos momentos, Chapeuzinho Vermelho aparece sorrindo, rodeada pelos animais da floresta e acolhida pela mãe. Não basta que os livros infantis tenham crianças negras em suas páginas. É necessário que as imagens e as histórias estejam alinhadas com a construção de identidades positivas, como também com a afirmação de referenciais de beleza que contemplem a pluralidade étnico-racial existente no país”, afirma Luana.<br></p>



<p><strong>Sob a capa vermelha</strong>, de Mariana Vitória</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/4m-DX_7_zcBuK9uP8ujH15IGo8mELv_X4izTG6vv4Lrbd4mku3fjG32beJH-LI5JxMPeXpYODKDXLIolMz17IXRTcSdgAwCRVYSwn2RCN-4NTV8RnWHex-umJm8KRBDQNJZluX0hDSUxIxz2UX4" alt=""/></figure></div>



<p><strong>Sinopse</strong>: Vencedor de concurso da Editora Record, <em>Sob a capa vermelha</em> traz uma jornada sombria inspirada em Chapeuzinho Vermelho: Norina sempre temeu os Indomados, mesmo nunca tendo visto um deles. Criada em um casebre por toda sua vida, a garota os imaginava como monstros, tomados por sua besta interior e abandonados pelos Doze Deuses. Até o dia que sua mãe adotiva, Ros, conta à menina que ela é um deles e que a garota precisa continuar escondida. Viira, a Rainha imortal e filha dos Doze Deuses, tem outros planos para Norina e a envolve em uma trama para conquistar Gizamyr, reino dos homens-lobo. Com a mãe em uma masmorra, Norina não tem outra escolha a não ser embarcar para o país inimigo, com a capa vermelha da falecida princesa Mirah, esperando que o plano elaborado pela Rainha funcione. A garota então precisa atravessar um mundo que ela achou que nunca veria, onde aqueles como ela são odiados e mortos todos os dias. Entre ser tratada como escória pelos cavaleiros de Viira e interpretar uma princesa em um delicado jogo diplomático, Norina vai descobrir que abraçar a si mesma pode não ser a escolha mais fácil, mas algumas vezes é a única possível.</p>



<p>	A releitura do clássico da literatura infantil, aqui, aparece sob o gênero &#8216;young adults&#8217; &#8211; ou jovens adultos, intencionalmente construído para atrair um público jovem/adolescente. O livro é uma fantasia épica repleta de intrigas, aventuras, traição e romance. A chapeuzinho vermelho Norina é uma garota adolescente que passou toda sua vida presa dentro de casa, sempre amparada pela mãe que a criou e que nunca a deixou sair e ver as pessoas, mas principalmente ser vista, por ela ser uma Indomada, alguém que carrega um lobo dentro de si.&nbsp; Após o sumiço da mãe, ela é compelida a embarcar numa incrível jornada para tentar salvá-la. Um prato cheio para os fãs de obras ao estilo da trilogia &#8220;A rainha vermelha&#8221;, que tem arrebatado legiões de fãs jovens. &#8216;Sob a Capa Vermelha&#8217; se passa num reino fictício, numa época que se assemelha à nossa era medieval. No livro, as personagens trazem temas contemporâneos, como diversidade, imposição religiosa, intolerância, desigualdade social, machismo. Utilizando de recursos atuais na composição da narrativa, a jovem escritora Mariana Vitória consegue prender a atenção do leitor do início ao fim, seja pelas peculiaridades da trama fantasiosa tão bem arquiteta, seja no plot twist que faz os adolescentes delirarem esperando pelo próximo livro.&nbsp;<br></p>



<p><strong>Fita verde no cabelo (nova velha história)</strong>, de João Guimarães Rosa</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://lh4.googleusercontent.com/4MGi83BF7LTVEChhG273ZedlxiQJyV3EEKTeSu7VsQrqnmgjhE8fkICtVfH7zumPZpr1MmBr6J4jSrbxpg3zY9qoZFBNWzcHoCxE6xfcuDfOzqObmMAeMgmpZ9eIqTv3JiBrV3nPW6qpIONxZJPk_RE" alt="" width="583" height="331"/></figure></div>



<p><strong>Sinopse</strong>: O conto <em>Fita verde no cabelo – Nova Velha História</em> foi originalmente publicado em 1967, no livro Ave Palavra, de João Guimarães Rosa, um dos maiores escritores brasileiros. Em 1988 a Editora Nova Fronteira lançou uma edição do conto destinada ao público infantojuvenil, com ilustrações do premiado Roger Mello. Como o próprio título indica, trata-se de uma nova versão para uma velha e conhecida história – “Chapeuzinho Vermelho”. Em verdadeira reinvenção do enredo e da linguagem – marca característica desse grande autor – <em>Fita verde no cabelo</em> apresenta uma Chapeuzinho Vermelho menos inocente e infantil, mas igualmente “sem juízo”, o que é belamente representado nas ilustrações em preto e branco, com preciosos detalhes em verde, de Roger Mello. O lobo se faz presente pela ausência e a morte da avó é definitiva para a menina, como se essa “fosse ter juízo pela primeira vez”. Mantendo aspectos do conto original, como o famoso diálogo entre Chapeuzinho e o lobo (aqui transferido para a avó), Guimarães Rosa imprime seu estilo à tradicional narrativa, modificando espaço, tempo, densidade dos personagens e sobretudo a linguagem.</p>



<p>	Essa indicação de releituras nacionais de Chapeuzinho Vermelho jamais poderia deixar de fora o conto de Guimarães Rosa. Guimarães não foi apenas o autor que expandiu o sertão para caber nele o homem universal. Se em seus contos e romances a paisagem sertaneja e a linguagem em mutação servem de palco e fala para os dramas humanos, ele também soube aproveitar ideias e repagina-las. É o que sugere o conto <em>Fita verde no cabelo</em>, sendo uma história de evocação de Chapeuzinho Vermelho, mas com uma inversão e subversão, como se, ao mesmo tempo, fosse a mesma, mas fosse outra. Mais humana, mais consciente, mais triste. Talvez muito mais “adulta” do que as clássicas e contemporâneas versões infantis. E o estilo rosiano, por certo, cria lances de linguagem que fornecem ao leitor novos jogos e surpresas.&nbsp;</p>



<p>Nessa história, Guimarães Rosa traz o leitor para o terreno concreto da avó idosa, para quem o tempo se está findando e já está triste com a despedida. Na narrativa os braços, os lábios, os olhos aparecem na remontagem do diálogo porque, na avó, eles estão perdendo a força e a vida. É aí que acontece a grande transformação do conto. A menina, que inventou uma fita verde para enfeitar o cabelo como que para marcar certa inocência, diante da avó que morre, não pode mais ignorar a existência das tristezas do mundo, nem se isolar na própria bolha de alegrias inocentes. O mundo se impõe, e mesmo que ela ainda faça uma última tentativa, dizendo ter medo do “Lobo”, isto é, do desconhecido e daquilo que aterroriza, o lobo não mais existe (pois os lenhadores o mataram). Mas há outras coisas, como o tempo, que, simbolicamente, também devora a todos. E isso se revela à menina, que não pode mais trancar-se em seu ambiente infantil. Por certo que Guimarães Rosa não pressupunha, com esse conto, destruir infâncias. Antes, como função central da literatura, ele parece querer acrescentar outros sentidos para ampliar a visão de mundo dos seus leitores. Não se pode viver restrito à inocência infantil, pois o mundo tem lados cruéis, e se deve enfrentá-los. Mas também se pode celebrar a infância que persiste em todos. O que se precisa é equilibrar.&nbsp;</p>



<p>Quem quiser ler o conto &#8211; não deixe de fazê-lo em voz alta -, está <a href="https://rodrigogurgel.com.br/wp-content/uploads/2016/10/Fita-Verde-no-Cabelo-%E2%80%94-G.-Rosa.pdf">disponível aqui</a>.&nbsp;<br></p>
<p>O post <a href="https://portalmommys.com.br/2022/07/27/conto-de-fada-repaginado-chapeuzinho-vermelho-para-todas-as-idades/">Conto de fada repaginado:  Chapeuzinho Vermelho para todas as idades</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalmommys.com.br">Portal Mommys</a>.</p>
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		<item>
		<title>Cinema e adolescência:  como as produções audiovisuais podem auxiliar pais e mães a debaterem sobre essa fase dos filhos</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2022/03/25/cinema-e-adolescencia-como-as-producoes-audiovisuais-podem-auxiliar-pais-e-maes-a-debaterem-sobre-essa-fase-dos-filhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Mar 2022 01:10:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação dos Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja aqui 7 dicas de filmes com temáticas super relevantes Por Carol Barreto e Luiza Barreto Tentar entender para debater a adolescência é, inevitavelmente, algo pretencioso. Afinal, estamos cansados de saber que essa fase da vida está em constante movimento e as transformações são sempre marcadas pelo tempo e espaço em que acontecem. Mas somos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align:center">Veja aqui 7 dicas de
filmes com temáticas super relevantes</p>



<p style="text-align:center"> Por <a href="https://portalmommys.com.br/author/carolbarreto/">Carol Barreto</a> e Luiza Barreto</p>



<p>Tentar entender para debater a adolescência é, inevitavelmente, algo pretencioso. Afinal, estamos cansados de saber que essa fase da vida está em constante movimento e as transformações são sempre marcadas pelo tempo e espaço em que acontecem. Mas somos pais/mães e também faz parte da nossa constituição como tais, ainda que pretenciosos, buscar apreender o que se passa com nossos filhos nessa fase de transição. </p>



<p>Como aquele serzinho que cuidamos com tanto zelo está se transformando em algo que eu não previ?? Porque não reconhecemos suas atitudes ao pensar na formação de lhes demos? São questionamentos comuns, que todo pai/mãe de adolescente passa em algum momento. </p>



<p>Como mãe e educadora, particularmente acredito que existem
dois caminhos para tornar a compreensão dessa fase menos penosa: lembrar e escutar.
Creio que seja muito importante fazer um mergulho no que foi a nossa
adolescência e abrir nossos corações para ouvir como é a dos nossos filhos.</p>



<p>Para fazer esse mergulho em vivências pessoais é crucial
alguma disposição para lembrar muitas coisas que a memória, intencionalmente ou
não, ajudou a maquiar e distorcer. Precisamos nos dispor a entrar em contato
com a angústia de quando não fazíamos a menor ideia do que fazer conosco e com
a vida; com o sofrimento e dessabores por amores ou pela rejeição dos pares;
com a imensa sensação de fragilidade da autoimagem; com a relação paradoxal de
amor e ódio, admiração e desilusão com os pais; com os questionamentos sobre
sexualidade e desejos inconfessos; e tantos outros sentimentos profundos que
nos assolam nessa fase. </p>



<p>Pensar e elaborar a própria adolescência é crucial para separar
os nossos fantasmas e traumas da experiência que agora é ou será vivenciada por
nossos filhos. Esse movimento é fundamental para darmos espaço à escuta e à
empatia. Precisamos ouvi-los e sermos capazes de nos pensar no lugar deles, em
um contexto e épocas diferentes das que vivemos, mas com o mesmo turbilhão de
sentimentos que nos atravessaram. </p>



<p>Mas não é fácil. Justamente porque décadas nos separam nessa
vivência que é sempre afetada pelo espaço/tempo em que acontece. E a arte, em
geral, possibilita a criação de pontes entre épocas e vivências. O cinema,
especificamente, é uma expressão artística muito eficaz em retratar o momento
com agilidade. Inclusive podemos pensar que o cinema formata a adolescência ao
mesmo tempo em que a retrata. </p>



<p>Pensando nas possibilidades de debates que as produções
audiovisuais podem trazer para as relações entre pais e filhos, convidei minha
filha Luiza, de 14 anos, para fazermos juntas uma lista de 7 produções que
abordam temas absolutamente atuais para a geração dela e que possam auxiliar os
pais a pensarem e conversarem com os filhos. </p>



<p><strong>Juno (2007)</strong></p>



<p>O filme independente <em>Juno</em> faz uma análise sensível
sobre as questões da gravidez na adolescência. Na história, Juno é uma jovem de
16 anos que fica grávida de seu vizinho e melhor amigo na primeira relação
sexual entre os dois. Sentindo-me imatura para ser mãe, Juno explora a
possibilidade de aborto, recusando ao procurar uma clínica, e decide por
entregar o filho à adoção. O filme aborda temas difíceis em qualquer época ou cultura:
sexualidade, aborto, gravidez na adolescência. E é um filme surpreendentemente
delicado. Seu principal trunfo é não tratar a questão da gravidez como um drama
excessivamente pesado ou um dilema existencial intransponível para a
adolescente e a família e, ao não dar contornos tão complexos e insuperáveis à
sexualidade e à gravidez precoce, sugere uma abordagem mais leve, natural e
não-agressiva dos fatos. Essa suavidade é, até mesmo, abrandada com um pouco de
humor, também inerente à adolescência. Apesar de ser de 2007, segue muito
atual, sensível e absolutamente verossímil.</p>



<p>Gênero: Comédia, Drama | Direção: Jason Reitman | Ano: 2007 | País de origem: EUA |Classificação indicativa: 10 anos | Onde assistir: Amazon Prime</p>



<p><strong>Eu não quero voltar sozinho (2010 &#8211; curta-metragem)</strong></p>



<p>Leonardo é um adolescente cego que sofre bullying de seus colegas de escola. O filme retrata o conflito de Leonardo quando um novo colega, Gabriel, entra na mesma turma que ele. Até então, Léo só tinha uma amiga: Giovana, com quem convive desde a infância. O conflito do personagem é muito simples, mas também complexo para qualquer adolescente: apaixonar-se. O aditivo que complica a situação é que além de cego, Leonardo se descobre gay e apaixonado por Gabriel. Eles têm de entender a si mesmos e ainda tentar preservar a amizade de Giovana, que parece se abalar com as mudanças que a vinda do novo rapaz ocasionou. O filme foi amplamente divulgado no youtube, tendo milhões
de visualizações. Anos depois, foi adaptado para uma versão em longa-metragem. Diversas
escolas pelo país exibiram o curta em sala de aula para debater questões com os
adolescentes, pela delicadeza e sensibilidade com que aborda os temas do jovem
com necessidade especial e a homossexualidade.</p>



<p>Gênero: Ficção | Direção: Daniel Ribeiro | Duração: 17 min | Ano: 2010 | País: Brasil | Classificação indicativa: 12 anos | Onde assistir: &nbsp;Youtube: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=1Wav5KjBHbI" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="https://www.youtube.com/watch?v=1Wav5KjBHbI (abre numa nova aba)">https://www.youtube.com/watch?v=1Wav5KjBHbI</a></p>



<p><strong>As vantagens de ser invisível (2012)</strong></p>



<p>Adaptação para as telas de livro homônimo do diretor e escritor americano Stephen Chbosky, o filme toca em assuntos delicados da adolescência: ansiedade, depressão, suicídio, traumas, desafios sociais. Na história, acompanhamos Charlie, um tímido garoto de 15 anos que está começando o primeiro ano do ensino médio em uma escola nova. O adolescente enfrenta uma depressão com tendências suicidas, aguçada pela perda de seu melhor amigo e de uma tia. Ele enfrenta as inseguranças da autoimagem, é constantemente alvo de bullying e se sente invisível, pela dificuldade de fazer amizades, manter relações sociais e o sentimento de não ser notado por ninguém. Quando conhece Sam e Patrick, adolescentes da “turma dos deslocados”, Charlie começa a experimentar novas possibilidades de juventude, com festas, drogas e, claro, o amor e as primeiras experiências sentimentais e sexuais. É dentro do grupinho que o jovem se apaixona, dá seu primeiro beijo, começa um relacionamento por não saber como dizer não e passa por um término desajeitado. Com os novos amigos, Charlie conquista a sensação de pertencimento e felicidade. Todo esse processo de crescimento e de descobertas, além dos momentos de empatia dos novos amigos com o garoto, faz com que os jovens se identifiquem e se emocionem com as cenas. Uma frase dita pelo professor tornou-se queridinha dos adolescentes
na época do lançamento do filme e segue muito relevante: “nós aceitamos o amor
que pensamos merecer”. Apesar de temas pesados, o filme é super delicado e comovente.
</p>



<p>Gênero: Ficção | Direção: Stephen Chbosky | Duração: 102 min | Ano: 2012 | País: Estado Unidos | Classificação indicativa: 14 anos | Onde assistir: Netflix</p>



<p><strong>Boyhood – da infância à adolescência (2014)</strong></p>



<p>A proposta dessa produção já chama atenção em sua composição: o filme experimental foi feito ao longo de doze anos pelo diretor Richard Linklater, para retratar de perto o crescimento do protagonista dos 6 aos 18 anos, mantendo os mesmos atores ao longo desse período. <em>Boyhood</em> conta a história de um casal divorciado às voltas com a criação dos filhos, com foco em Mason, filho mais novo do casal. O longa trata da infância até a adolescência do garoto, que cresce e amadurece em meio aos conflitos de seus pais e consegue ilustrar, de maneira própria e autoral, a ascensão da Geração Z. Os vários relacionamentos e separações da mãe, o amadurecimento tardio do pai, as diversas mudanças de casas e os amigos que ficaram para trás são marcas na personalidade de cada um dos filhos que jamais serão apagadas. O roteiro também não ignora que adolescentes conhecem bebidas e drogas em meio às relações sociais que constroem. Os 12 anos passam-se sem aviso algum. Você só os percebe pela mudança física, da tecnologia, das formaturas, da ida à faculdade e do ninho vazio. As palavras de Mason, na cena final, são bem realistas: nós somos o resultado de uma coleção de instantes mais ou menos memoráveis. A felicidade está em vivê-los intensamente acompanhando essas mudanças.</p>



<p>Gênero: Drama | Direção: Richard Linklater | Duração: 2h45min | Ano: 2014 | País: Estado Unidos | Classificação indicativa: 12 anos | Onde assistir: Star+</p>



<p><strong>Com Amor, Simon (2018)</strong></p>



<p>O filme conta a história de Simon Spier, um jovem de 16 anos, morador de um subúrbio americano, cuja vida é completamente comum e banal, a não ser por um segredo: ele é gay. Enquanto a maioria dos jovens adolescentes heterossexuais crescem assistindo dezenas e dezenas de filmes sobre o colegial, com seus beijos técnicos e enredos de superação e perseverança, adolescentes gays encontram nessa produção uma oportunidade de representatividade, porque o segredo de Simon é o grande protagonista da história – e muitos adolescentes vivem este segredo. A trama começa quando Simon vê uma postagem anônima de alguém do colégio que se diz gay e começa a trocar mensagens para partilhar experiências. Sob pseudônimos nas trocas de e-mails, acompanhamos dois jovens se apaixonarem virtualmente. Mas esse cenário se complica quando um outro colega, Martin, descobre as conversas e ameaça publicá-las, a menos que Simon consiga juntá-lo com sua amiga, Abby. Ao longo de confusões mirabolantes para proteger seu segredo, Simon sai oficialmente do armário, identidades são reveladas, corações quebrados e famílias desestabilizadas. A jornada de Simon até se assumir homossexual trata do assunto dentro de uma zona de conforto: Simon é branco, de classe média alta, tem amigos e família que o apoiam e a sombra de homofobia que paira sobre ele revela-se bem menos nociva do que o imaginado – e do que, em geral, de fato ocorre no dia a dia. Mas é um filme muito importante, porque acessa todo tipo de público (jovens e adultos). Mesmo se arquitetando nessa zona de conforto, o filme constrói bem seus personagens – todos eles -, cria momentos de identificação fortes, passa uma mensagem coesa e a sensação de verossimilhança é constante.</p>



<p>Gênero: Drama, romance, LGBTQIA+ | Direção: Greg Berlanti | Duração: 109 min | Ano: 2018 | País: Estado Unidos | Classificação indicativa: 12 anos | Onde assistir: Star+</p>



<p><strong>O ódio que você semeia (2018)</strong></p>



<p>O “Ódio que você semeia” fala sobre uma temática que cada vez mais tem sido discutida de forma ampla na sociedade: a violência policial. Mas a diferença é que o tema é abordado sob o ponto de vista de uma adolescente negra: Starr, que presencia o assassinato do melhor amigo por um policial branco. Ela é convocada a testemunhar no tribunal por ser a única pessoa presente na cena do crime. O filme foi inspirado em um livro de mesmo nome da escritora Angie Thomas, que alcançou o primeiro lugar na lista do New York Times. Numa cidade fictícia nos Estados Unidos, o filme estabelece dois blocos geográficos que, socialmente, são praticamente opostos. De um lado temos um bairro de população majoritariamente negra, que convive com o crime trazido pelos conflitos de gangues do tráfico; do outro há um bairro de população majoritariamente branca, onde todos possuem boa situação financeira e os índices de criminalidade são baixos. Entre os dois blocos, flutua Starr Carter. A jovem vive na região dos negros, mas seus pais, pensando no futuro de Starr e de seus irmãos, Seven e Sekani, os matriculou na escola mais cara da cidade, que fica no bairro dos brancos. A história transita entre esses dois mundos, mostrando suas diferenças e conflitos para desenvolver discussões sobre o racismo em suas mais variadas formas. A personagem principal enfrenta uma intensa travessia que vai do conforto a um estado de indignação irreversível. O discurso de <em>O Ódio Que Você Semeia</em> é duro e frontal, traz um retrato poderoso da discriminação racial. É desafiador conter as lágrimas em certos momentos, especialmente naqueles em que a constatação dos abismos se torna perfurante. Um filme poderoso para trazer essas questões para o debate com nossos filhos.</p>



<p>Gênero: Drama, crime | Direção: George Tillman Jr. | Duração: 132 min | Ano: 2018 | País: Estado Unidos | Classificação indicativa: 12 anos | Onde assistir: Google Play</p>



<p><strong>Red: Crescer é Uma Fera&nbsp;(2022)</strong></p>



<p>Animação recém lançada pela Disney, <em>Red</em> acompanha Mei Lee, uma estudante chinesa-canadense de 13 anos dividida entre continuar sendo uma filha obediente e o caos da adolescência. Ming, sua mãe superprotetora e um pouco autoritária, nunca está longe dela. E como se as mudanças em seus interesses, relações e em seu corpo não bastassem, sempre que passa por fortes emoções – o que acontece praticamente sempre – ela se transforma em um panda-vermelho gigante. Ao saber que não é a única da família que passou por isso, a jovem descobre um ritual para remover o espírito do panda – algo que todas as mulheres da família passaram. Mas, ao longo dessa trajetória, Mei consegue conversar com o pai de maneira profunda sobre aceitar os defeitos e emoções que sente. E a jovem decide abraçar plenamente quem ela é e o que quer, optando, ao contrário das outras integrantes da família, por manter o panda-vermelho para o resto da vida, já que ele é parte do que a define como ser. Ainda que seja uma produção que habite o universo da fantasia, as metáforas do filme são lindíssimas. A construção da autoestima, com todas as singularidades individuais; a aceitação do que nos torna diferentes, mas também pertencentes; a possiblidade de transformação da autoimagem; estão retratadas de maneira leve, divertida, engraçada e muito bem articulada.</p>



<p>Gênero: Animação | Direção: Domee Shi | Duração: 132 min | Ano: 2022 | País: Estado Unidos | Classificação indicativa: Livre | Onde assistir: Disney Plus</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dicas caseiras para remover os desenhos da parede</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2021/02/22/dicas-caseiras-para-remover-os-desenhos-da-parede/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 18:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Lar]]></category>
		<category><![CDATA[como apagar desenhos da parede]]></category>
		<category><![CDATA[como apagar rabisco da parede]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.portalmommys.com.br/?p=14611</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quem aí já teve a parede da casa rabiscada pela cria sabe que nem sempre é fácil remover essa “arte” de lá, né?! Por esse motivo, separamos algumas dicas que podem ajudar a limpar a parede de maneira bem prática com produtos caseiros. Confira a seguir: Óleo de coco:&#160;deve ser utilizado para remover desenhos feitos&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem aí já teve a parede da casa rabiscada pela cria sabe que nem sempre é fácil remover essa “arte” de lá, né?!</p>



<p>Por esse motivo, separamos algumas dicas que podem ajudar a limpar a parede de maneira bem prática com produtos caseiros. Confira a seguir:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Óleo de coco:&nbsp;</strong>deve ser utilizado para remover desenhos feitos com giz de cera. É só umedecer um papel ou toalha de cozinha com o óleo em temperatura ambiente e esfregar nas manchas até que elas desapareçam completamente.</li><li><strong>Pasta de dentes:&nbsp;</strong>coloque um pouco de pasta de dentes em um pano limpo e esfregue sobre a superfície lentamente. Depois, remova a mistura com uma toalha úmida.</li><li><strong>Bicarbonato de Sódio:&nbsp;</strong>em uma tigela, misture um pouco de bicarbonato de sódio com água. Pegue uma esponja e deixe de molho no líquido. Esfregue suavemente a mancha de tinta e você verá como ela desaparece pouco a pouco.</li><li><strong>Creme de barbear:&nbsp;</strong>este tipo de creme é bastante eficaz na remoção de rabiscos na parede. Basta adicionar um pouco sobre a área manchada e, com uma escova de dentes velha, esfregar com cuidado. Remova o excesso com um pano úmido.</li><li><strong>Secador de cabelo:&nbsp;</strong>o secador é perfeito para as pinturas feitas com giz. Ligue o aquecedor e passe o ar quente sobre as manchas de giz de cera. O excesso de tinta é então removido com uma toalha úmida de uma maneira bem fácil.</li></ul>



<p>E você, tem alguma dica infalível? Deixe pra gente nos comentários!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dica das mommys para a hora do banho</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2021/02/18/dica-das-mommys-para-a-hora-do-banho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2021 19:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu no Mommys]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas para a hora do banho crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há poucos dias tivemos um post no grupo sobre a resistência de algumas crianças na hora de tomar banho. E para tornar esse momento mais agradável e divertido, separamos aqui algumas dicas das mommys que podem ajudar no dia a dia: Coloque uma música para tornar o momento ainda mais divertido. Identifique o que desperta&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há poucos dias tivemos um post no grupo sobre a resistência de algumas crianças na hora de tomar banho. E para tornar esse momento mais agradável e divertido, separamos aqui algumas dicas das mommys que podem ajudar no dia a dia:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Coloque uma música para tornar o momento ainda mais divertido.</li><li>Identifique o que desperta interesse no seu filho/filha e leve isso para o banho (ex: um brinquedo que muda de cor; letras, etc).</li><li>Faça brincadeiras na hora de ir para o banho. Você pode apostar uma corrida, levar a cria de cavalinho ou de cabeça para baixo, por exemplo.</li><li>Faça combinados para a hora do banho com a criança.</li><li>Deixe ela levar brinquedos para o banho.</li><li>Use a criatividade e faça da hora do banho uma brincadeira. Vale bolha de sabão, dar banho nos brinquedos, desenhos no box e até gotinhas de corante alimentício para mudar a cor da água.</li></ul>



<p>E por aí, como tem sido a hora do banho? Você também tem alguma dica infalível para este momento? Deixe aqui nos comentários sua experiência.</p>
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		<item>
		<title>Dez raças de cachorro que mais combinam com as crianças</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2021/02/11/dez-racas-de-cachorro-que-mais-combinam-com-as-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2021 04:14:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu no Mommys]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro e crianças]]></category>
		<category><![CDATA[como escolher cachorro para crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante esse período de isolamento social, rolou um Petboom no Mommys. E como é muito comum entre os pais a dúvida sobre qual raça de cachorro mais combina com as crianças, resolvemos listar as 10 raças preferidas entre as Mommys. 1 &#8211; Shih-tzu 2 &#8211; Vira-lata 3 &#8211; Yorkshire 4 &#8211; Golden Retriever 5 &#8211;&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Durante esse período de isolamento social, rolou um Petboom no Mommys. E como é muito comum entre os pais a dúvida sobre qual raça de cachorro mais combina com as crianças, resolvemos listar as 10 raças preferidas entre as Mommys.</p>



<p><strong>1 &#8211; Shih-tzu</strong></p>



<p><strong>2 &#8211; Vira-lata</strong></p>



<p><strong>3 &#8211; Yorkshire</strong></p>



<p><strong>4 &#8211; Golden Retriever</strong></p>



<p><strong>5 &#8211; Bulldog Francês</strong></p>



<p><strong>6 &#8211; Labrador</strong></p>



<p><strong>7 &#8211; Lulu da Pomerânea</strong></p>



<p><strong>8 &#8211; Beagle</strong></p>



<p><strong>9 &#8211; Border Collie</strong></p>



<p><strong>10 &#8211; West Highland White Terrier</strong></p>



<p></p>



<p>E você, concorda com essa lista? Deixe sua opinião nos comentários.</p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color"><em>Foto: iStock</em></span></p>
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		<item>
		<title>A família e o gerenciamento de conflitos</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2020/11/06/a-familia-e-o-gerenciamento-de-conflitos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 04:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação dos Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Lar]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento Conjugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pensar em família nos dias atuais requer um caminhar pelo cenário do afeto bem como dos conflitos. Não tem como se esvair deste contexto. Aonde reside o amor, em alguns momentos, aflora o desamor. A questão que se abre a partir deste fenômeno sistêmico é que as pessoas precisam começar a perceber esta situação como&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pensar em família nos dias atuais requer um caminhar pelo cenário do afeto bem como dos conflitos. Não tem como se esvair deste contexto. Aonde reside o amor, em alguns momentos, aflora o desamor.</p>
<p>A questão que se abre a partir deste fenômeno sistêmico é que as pessoas precisam começar a perceber esta situação como algo natural. O conflito faz parte das interações sociais, não há nenhuma forma de relacionamento sem a presença destes.</p>
<p>Acontece que a cultura nos informa que os conflitos são negativos e que devemos evitá-los. Na verdade, os conflitos são fenômenos naturais, uma oportunidade que temos de nos remodelar e irmos a outros patamares de relacionamentos e de conhecimentos.</p>
<p>As famílias ganharam novos contornos, novas configurações e novos personagens. As interações são complexas desde a família pequena até as maiores. O sistema familiar alberga situações outrora não imaginadas, e administrar o novo, num primeiro momento, traz insegurança, medo ou negação.</p>
<p>E agora? O que fazer com os conflitos que surgem a cada novo amanhecer dentro da sua casa?</p>
<p>Primeiramente, compreender o discurso por trás do que aconteceu. Depois, perceber quais atores fazem parte da narrativa. Ao final, enquadrar cada participante na sua esfera de responsabilidade pela co-construção do conflito.</p>
<p>A partir disso, torna-se possível estabelecer um momento de reflexão e percepção de como fazer a gestão deste conflito. Entretanto, nem sempre as pessoas vão dar conta de fazer este gerenciamento, pois estão no ápice de emoções e sentimentos aflorados e diminuem a capacidade de olhar pelos olhos da razão e dos dados objetivos da realidade.</p>
<p>A Câmara Satisfactio está à disposição para auxiliar você e toda a sua família no gerenciamento dos seus conflitos. Entre em contato e agende um horário!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Foto: Bigstock</em></span></p>
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		<title>Como ter um quarto infantil sob medida para diferentes fases</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2020/11/06/como-ter-um-quarto-infantil-sob-medida-para-diferentes-fases/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiana Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 03:52:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Decoração]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Lar]]></category>
		<category><![CDATA[quarto infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Quarto infantil: o desafio de criar um ambiente para todas as idades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Me animei muito no primeiro projeto do quarto infantil do meu filho. Já ali, a minha designer tinha a missão de criar um ambiente que durasse os primeiros três anos de vida dele. Mas, como mãe de primeira viagem, eu só não sabia que os dias passariam voando e que, pra mim e para o&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“Me animei muito no primeiro projeto do quarto infantil do meu filho. Já ali, a minha designer tinha a missão de criar um ambiente que durasse os primeiros três anos de vida dele. Mas, como mãe de primeira viagem, eu só não sabia que os dias passariam voando e que, pra mim e para o meu filho, o quarto não faria sentido bem antes dos três anos”, conta Ana Angélica, jornalista que está grávida do segundo filho e já busca formas de adaptar o atual quarto do primeiro filho, que possui 5 anos, e irá dividi-lo com o bebê que chegará em breve.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como para Ana Angélica, criar um espaço infantil lúdico, funcional e adaptável para diferentes fases de uma criança é um desafio bastante comum para outras mães. Principalmente quando a demanda é um ambiente para mais de uma criança, em fases tão distintas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Arquitetos e designers de interiores costumam alertar mães e pais que o projeto de decoração de um quarto infantil não pode ser sobre o próprio gosto do adulto, mas sim para a personalidade e necessidade da criança.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em caso de bebês, cujo gosto e cuja personalidade ainda não são formadas, uma boa dica é não “pesar” na decoração, como se ela fosse definitiva. Porque o risco de perder a validade antes da hora é maior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como a dúvida sobre um quarto para acompanhar as diferentes fases do desenvolvimento infantil é bastante pertinente, criamos este conteúdo em parceria com a </span><a href="https://www.monterre.com.br/#utm_source=site&amp;utm_medium=blog&amp;utm_campaign=parceria-momys"><span style="font-weight: 400;">Monterre</span></a><span style="font-weight: 400;"> que vai te ajudar a entender, assim como Ana Angélica, como criar um ambiente sob medida. Confira!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400; color: #800080;">Quarto infantil: diferentes fases, diferentes necessidades</span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Projetar, decorar e desenvolver um quarto infantil costuma ser prazeroso para os pais. Ao passo que desejam criar um ambiente feliz para a sua criança, é possível dizer que eles também deixam o próprio sonho ganhar corpo.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, além de exigir extrema dedicação, pensar no quarto do filho &#8211; ou dos filhos &#8211; também é um passo divertido. O pesadelo surge quando o quarto se torna um ambiente limitado e não se adequa à idade da criança.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, é importante lembrar que, entre 0 e 2 anos de idade, o quarto precisa ter tudo para um bebê. Entre os 2 e 4 anos, a maior preocupação é com a interação saudável e livre da criança com o espaço, que também já inicia os estudos. A partir daí, a criança já tem as suas preferências que podem divergir das preferências dos pais.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre 5 e 7 anos, há uma demanda maior por organização entre materiais de estudos, brinquedos, telas digitais e também por um espaço que contemple coleguinhas para brincar junto. Entre 8 e 10 anos, a criança busca cada vez mais por individualidade e por um modo único de estar no mundo. Por isso, ela tende a almejar espaços maiores para si. Após essa fase, que já adentra a pré-adolescência, a individualidade ganha caráter de privacidade e o quarto se torna o mundo do filho.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400; color: #800080;">6 dicas para criar um quarto infantil para diferentes fases</span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mesmo contando com a ajuda de um profissional para compor um quarto atemporal para a sua criança ou para criar um ambiente para crianças de idades diferentes, é importante que você, mãe ou pai, saiba como orientá-los para que um projeto lindo não se torne uma frustração futura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tudo porque as crianças se desenvolvem muito rápido e o que elas amam agora podem não amar no dia seguinte. Ou, ainda, porque como apontamos anteriormente nem sempre o que dita a decoração é o gosto da criança, mas sim o gosto do adulto. Então, vamos lá, porque decoração é para se divertir!</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">1. Opte por acabamento de alta qualidade</span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Escolha móveis com alto padrão de qualidade desde o quarto para bebê. A qualidade da matéria-prima e do </span><a href="https://www.monterre.com.br/saiba-como-avaliar-a-qualidade-dos-acabamentos-do-seu-proximo-apartamento/#utm_source=site&amp;utm_medium=blog&amp;utm_campaign=parceria-momys"><span style="font-weight: 400;">acabamento</span></a><span style="font-weight: 400;"> vai ajudar em adaptações desde a primeira infância até à fase adolescente, por que não?&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">Além de serem mais versáteis, eles também proporcionam segurança em qualquer época para o seu filho.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">2. Não se limite a cores únicas</span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em vez de tonalidades por gênero (rosa ou azul) ou ainda de tonalidades neutras (branco, amarelo ou cinza), use e abuse de cores nos objetos infantis. A </span><a href="https://www.monterre.com.br/cromoterapia-dicas-de-cores-para-tornar-seu-quarto-mais-agradavel/#utm_source=site&amp;utm_medium=blog&amp;utm_campaign=parceria-momys"><span style="font-weight: 400;">mistura de cores</span></a><span style="font-weight: 400;"> nos objetos torna o quarto lúdico e atraente.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se concentra na diversidade de cores nos objetos, você adquire um ambiente mais vivo e orgânico. Pois, os objetos vão mudando de acordo com a fase da criança e, assim, as cores também.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">3. Não se apegue a temas</span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A insistência de pais e também das crianças em </span><a href="https://www.monterre.com.br/quarto-infantil-3-dicas-para-fazer-uma-decoracao-tematica/#utm_source=site&amp;utm_medium=blog&amp;utm_campaign=parceria-momys"><span style="font-weight: 400;">quartos temáticos</span></a><span style="font-weight: 400;"> pode levar o espaço a perder a validade rápido. As crianças passam por inúmeros estímulos, se interessam por inúmeras pautas e dificilmente se fixam em um mesmo tema por longo tempo.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, um desenho ou personagem que elas adoram hoje pode facilmente ser esquecido em uma semana. Em vez de mudanças robustas para temas, novamente: diversifique nos objetos de decoração, como roupas de cama, brinquedos, livros e outros itens de decoração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso seu filho insista em temas, uma boa saída é </span><a href="https://www.monterre.com.br/conheca-4-dicas-de-papel-de-parede-para-quarto-infantil/#utm_source=site&amp;utm_medium=blog&amp;utm_campaign=parceria-momys"><span style="font-weight: 400;">usar papéis de parede infantis</span></a><span style="font-weight: 400;">, pois são fáceis de trocar e conferem muitas possibilidades para mudar a atmosfera do quarto.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">4. Crie espaços funcionais e adaptáveis</span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não foque apenas na decoração, observe como fazer um uso inteligente da estrutura do quarto. Na posição do berço, onde possivelmente não bate sol direto, poderá ser inserida a futura cama.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E onde também entra a luz natural poderá ser posicionada a mesa de estudos do filho que já está na idade de conciliar brincadeira, leitura e atividades escolares.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">5. Móveis versáteis</span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já que falamos sobre marcenaria e sobre funcionalidade no quarto infantil, não é interessante desenvolver móveis fixos além do armário. Uma saída é, desde o quarto do bebê, solicitar para o seu arquiteto um projeto que vislumbre alterações de mobiliário para dali a 2, 4, 6 anos e assim por diante.&nbsp;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma boa notícia é que, cada vez mais, tanto a indústria de móveis quanto os especialistas em projetos residenciais já pensam em móveis multifuncionais. Assim, um berço pode se transformar em minicama ou a cama, que era uma mesa de apoio para itens do bebê, pode se transformar em mesa de estudos. Por isso, é sempre bom ficar atento à flexibilidade do quarto.&nbsp;</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">6. Espaço para guardar objetos</span></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">E já que estamos falando em objetos variados, um dos principais motivos para a criança perder o interesse rápido em algum brinquedo é que ele costuma ser guardado em baús e armários, em vez de estarem à vista. Já pensou em nichos ou prateleiras especiais para esses itens? Assim, a criança adquire maior percepção de volume e esses mesmos espaços podem ser otimizados, com o tempo, para livros, games e outros itens que variam de acordo com a idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gostou do nosso artigo? Ele foi desenvolvido em parceria com a Construtora Monterre, referência em empreendimentos que primam por elegância e estilo como você.</span></p>
<p><a href="https://www.monterre.com.br/empreendimentos/#utm_source=site&amp;utm_medium=blog&amp;utm_campaign=parceria-momys"><span style="font-weight: 400;">Acesse para conhecer os empreendimentos</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>O post <a href="https://portalmommys.com.br/2020/11/06/como-ter-um-quarto-infantil-sob-medida-para-diferentes-fases/">Como ter um quarto infantil sob medida para diferentes fases</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalmommys.com.br">Portal Mommys</a>.</p>
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