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	<title>Eliane Ribeiro, Autor em Portal Mommys</title>
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	<title>Eliane Ribeiro, Autor em Portal Mommys</title>
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		<title>A dor da amamentação não-exclusiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 22:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu no Mommys]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiros Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação não exclusiva]]></category>
		<category><![CDATA[dificuldade na amamentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há um velho ditado que diz: &#8220;a culpa nasce junto com a mãe&#8221;&#8230;. Segunda filha. Me preparei duplamente, parto natural na água tão sonhado e conquistado e agora vêm a parte difícil novamente: a amamentação. Eu não venho aqui exaltar o uso de fórmula ou mamadeira, e cordialmente dispenso cada pergunta ou comentário maldoso, para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há um velho ditado que diz: &#8220;a culpa nasce junto com a mãe&#8221;&#8230;.</p>
<p>Segunda filha. Me preparei duplamente, parto natural na água tão sonhado e conquistado e agora vêm a parte difícil novamente: a amamentação.</p>
<p>Eu não venho aqui exaltar o uso de fórmula ou mamadeira, e cordialmente dispenso cada pergunta ou comentário maldoso, para evitar que toquem nesta minha ferida. Muito longe disso, eu venho desabafar mesmo, se me permitem, e ao mesmo tempo trazer identificação e acolhimento a tantas mães que neste mesmo momento amamentam seus filhos escondidas, por vergonha, por culpa, ou até mesmo por dor.</p>
<p>Cada um sabe o trajeto percorrido&#8230; Por aqui, no primeiro filho, eu percorri todos os possíveis e passei do limite, reconheço. Ao ponto de, gradativamente, vê-lo perder peso, tudo buscando a amamentação exclusiva. Dói a mim, dói ao pai, rever fotos dele tão magro. Mas &#8220;menina é diferente, mama menos e tudo vai dar certo&#8221;, seguia eu com o mantra.</p>
<p>Não comprei mamadeira, li muito mais sobre, assisti vídeos e reservei uma grana para contratar uma consultora de amamentação. Pega correta (conferida por muitas profissionais), leite saindo, mamãe por conta, nada de complementar, bebê mamando, mamando, mamando&#8230; E, não engordava.</p>
<p>Novamente a história se repetia, segui as orientações e a bebê crescia e não engordava. E, quando engordava, era muuuito pouco.</p>
<p>Olhei para aquele rostinho e corpinho, magros, pele seca, fraldas secas e tudo mais que eu já havia visto antes. Não era novidade, me restava parar no limite dessa vez e me render a minha derrota pessoal. Eu não consegui amamentar exclusivo!!! A tristeza tomou conta novamente, a culpa de não dar 100% o melhor à minha filha, que é de modo inquestionável o leite materno.</p>
<p>A decisão dolorida de complementar, na mamadeira mesmo, pois como relatei antes, as possibilidades já haviam sido tentadas.</p>
<p>Eu nunca achei que dar mamadeira fosse o caminho mais fácil. Odeio lavar e esterilizar mamadeira, sei o peso no orçamento mensal do custo de uma fórmula e confesso, morro de vergonha de dar a mamadeira em público e ainda ter de responder as perguntas ou comentários acerca.</p>
<p>Dói&#8230;</p>
<p>Mais uma vez me vi afastar de pessoas e grupos favoráveis à amamentação por vergonha.</p>
<p>Queria eu ser a mãe perfeita, poder amamentar exclusivo, somente acalentar e ofertar no meu peito o melhor à minha filha. Mas por hora, sou a melhor mãe do mundo segundo as palavras do meu filho de 7 anos, e sigo na vergonha e derrota pessoal da complementação.</p>
<p>Dói&#8230;</p>
<p>Porém, dou graças a Deus pelos que não julgam, respeitam. Por Deus me honrar em ter condições de proporcionar a fórmula e, principalmente, ver minha filha saudável.</p>
<p>Decidi fazer esse desabafo como forma de me libertar desse &#8220;peso&#8221;, e começar a partir daqui a aceitar a nossa história que veio com umas mamadeiras de acessório.</p>
<p>Antes de julgar uma mãe que oferta uma mamadeira, a acolha! Ou, no mínimo, a respeite, pois por trás desse &#8220;acessório&#8221; pode ter muita dor.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-14064" src="https://www.portalmommys.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Assinatura-Andreza-Lopes-300x96.jpeg" alt="" width="688" height="220"></p>
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		<title>Você já parou pra pensar ou percebeu que usa expressões racistas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2020 04:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Maternagem Política]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[expressoes racistas]]></category>
		<category><![CDATA[racismo estrutural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo após começar a estudar sobre racismo, percebi o quanto é normalizado e o quanto nós utilizamos expressões racistas no nosso dia a dia, muitas vezes sem nem notar, afinal, crescemos ouvindo tais expressões. Então vamos juntas aprender e fazer a diferença? Quando expressões como “mulata” ou “a coisa tá preta” se tornam naturais, é&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo após começar a estudar sobre racismo, percebi o quanto é normalizado e o quanto nós utilizamos expressões racistas no nosso dia a dia, muitas vezes sem nem notar, afinal, crescemos ouvindo tais expressões.</p>
<p>Então vamos juntas aprender e fazer a diferença?</p>
<p>Quando expressões como “mulata” ou “a coisa tá preta” se tornam naturais, é indício do quanto a opressão e o preconceito estão incorporados à visão de mundo das pessoas. Entre sutilezas, brincadeiras e aparentes elogios, a violência simbólica se amplia quando expressões como estas são repetidas:</p>
<ul>
<li><strong>“Cor de pele”:</strong><br />
Aprende-se desde criança que “cor de pele” é aquele lápis meio rosado, meio bege. Mas é evidente que o tom não representa a pele de todas as pessoas, principalmente em um país como o Brasil. Então vamos ensinar às nossas crianças todos os tons de cor de pele.</li>
<li><strong>“Doméstica”:</strong><br />
Negros eram tratados como animais rebeldes e que precisavam de “corretivos&#8221; para serem “domesticados”. (Confesso que esse me deixou assustada, nunca imaginei. Mas se pararmos pra pensar essa palavra é realmente muito dura).</li>
<li><strong>“Meia tigela”:</strong><br />
Os negros que trabalhavam à força nas minas de ouro nem sempre conseguiam alcançar suas “metas”. Quando isso acontecia, recebiam como punição apenas metade da tigela de comida e ganhavam o apelido de “meia tigela”, que hoje significa algo sem valor e medíocre.</li>
<li><strong>“Mulata”:</strong><br />
Na língua espanhola, referia-se ao filhote macho do cruzamento de cavalo com jumenta ou de jumento com égua. A enorme carga pejorativa é ainda maior quando se diz <strong>“mulata tipo exportação”</strong>, reiterando a visão do corpo da mulher negra como mercadoria. A palavra remete à ideia de sedução, sensualidade (a mulher negra é associada a sensualidade).</li>
<li><strong>“Moreno(a)”:</strong><br />
Racistas acreditam que chamar alguém de negro é ofensivo. Falar de outra forma, como “morena” ou “mulata”, embranquecendo a pessoa, “amenizaria” o “incômodo (esse acredito que o mais comum, mesmo sendo negra sempre ouvi tais &#8220;elogios&#8221;. Lembro-me de uma vez ,que um <em>crush</em> me chamava de pretinha, e todos achavam um absurdo ele se referir a mim dessa forma).</li>
<li><strong>&#8220;Negro(a) de traços finos”:</strong><br />
A mesma lógica do clareamento se aplica à “beleza exótica”, tratando o que está fora da estética branca e europeia como incomum. (&#8220;Ahhh, mas você não é tão negra assim&#8221;).</li>
<li><strong>“Cabelo ruim”:</strong><br />
Fios “rebeldes”, “cabelo duro”, “carapinha”, “mafuá”, “piaçava” e outros tantos derivados depreciam o cabelo afro. Por vários séculos, causaram a negação do próprio corpo e a baixa autoestima entre as mulheres negras sem o “desejado” cabelo liso. Nem é preciso dizer o quanto as indústrias de cosméticos, muitas originárias de países europeus, se beneficiaram do padrão de beleza que excluía os negros.<br />
Ah&#8230; Se vocês soubessem como é difícil se ver bonita. O quanto era sofrido alisar o cabelo, viver com o couro cabeludo queimado. O cheiro forte das químicas. O cabelo constantemente molhado e trazendo com isso tantos outros problemas. Depois de 26 anos, com meus cabelos soltando literalmente nas mãos, decidi me alforriar desse sofrimento!</li>
<li><strong>&#8220;Não sou tuas negas”:</strong><br />
A mulher negra como “qualquer uma” ou “de todo mundo” indica a forma como a sociedade a percebe: alguém com quem se pode fazer tudo (escravas negras eram, literalmente, propriedade dos homens brancos e utilizadas para satisfazer desejos sexuais em um tempo no qual assédios e estupros eram ainda mais recorrentes. Portanto, além de profundamente racista, o termo é carregado de machismo).</li>
<li><strong>“Denegrir”:</strong><br />
Sinônimo de difamar. Possui na raiz o significado de “tornar negro”, como algo maldoso e ofensivo, “manchando” uma reputação antes “limpa”.</li>
<li><strong>“A coisa tá preta”:</strong><br />
A fala racista se reflete na associação entre “preto” e uma situação desconfortável, desagradável, difícil, perigosa.</li>
<li><strong>“Serviço de preto”:</strong><br />
Mais uma vez a palavra &#8220;preto&#8221; aparece como algo ruim. Desta vez, representa uma tarefa mal feita, realizada de forma errada, em uma associação racista ao trabalho que seria realizado pelo negro.</li>
<li><strong>Inveja branca”:</strong><br />
A ideia do branco como algo positivo é impregnada na expressão que reforça, ao mesmo tempo, a associação entre preto e comportamentos negativos.</li>
</ul>
<p>Existem, ainda, aquelas expressões que são utilizadas com tanta naturalidade que muita gente sequer percebe a conotação negativa que tem para o negro. Por exemplo: “mercado negro”, “magia negra”, “lista negra” e “ovelha negra”, dentre outras inúmeras expressões, em que a palavra ‘negro’ representa algo pejorativo, prejudicial, ilegal.</p>
<p>E o que podemos fazer pra mudar isso? Nos policiar. Não ensinar aos nossos filhos tais expressões.</p>
<p>Sei que muitos fazem sem nem entender o significado, mas o conhecimento liberta. Salva! Acredito que a mudança vem de dentro de casa. Portanto, seja uma pessoa anti-racista. Ensine seus filhos a o serem. Salvem vidas&#8230;</p>
<p>E você mamãe de uma criança negra, ensine-a a ter auto-estima e se reconhecer bela.</p>
<p>Se criarmos crianças conscientes, teremos adultos saudáveis. E se cada um fizer a sua parte, o amanhã do meu filho pode ser diferente do hoje em que vivemos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-14050" src="https://www.portalmommys.com.br/wp-content/uploads/2020/07/assinatura-marcela-38-300x96.png" alt="" width="697" height="223"></p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Imagem: Banco de imagem</em></span></p>
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		<title>Um papo sério sobre educação financeira para crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 04:21:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação dos Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira para crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como ensinar o valor do dinheiro às crianças? Quando devemos introduzir o assunto? É responsabilidade dos pais dar exemplos saudáveis na hora de mostrar a importância do equilíbrio financeiro? E qual a melhor forma de fazer isso? São tantas questões não é mesmo?! Por este motivo, convidamos&#160;o economista e autor dos livros&#160;“Meu dinheirinho” e “Sim!&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como ensinar o valor do dinheiro às crianças? Quando devemos introduzir o assunto? É responsabilidade dos pais dar exemplos saudáveis na hora de mostrar a importância do equilíbrio financeiro? E qual a melhor forma de fazer isso?</p>
<p>São tantas questões não é mesmo?! Por este motivo, convidamos&nbsp;o economista e autor dos livros&nbsp;<span style="color: #000000;">“Meu dinheirinho” e “Sim! Dinheiro é assunto para crianças!”, <strong>Carlos Eduardo Costa</strong>, para falar mais sobre o tema e esclarecer as dúvidas mais frequentes dos pais quando o assunto é&nbsp;a educação financeira dos pequenos. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Confira a seguir:</span></p>
<hr>
<ol>
<li><strong>Existe idade ideal para se falar sobre dinheiro com as crianças? Se sim, qual seria o melhor momento para introduzir o assunto?</strong></li>
</ol>
<p>Começar a falar de dinheiro com os nossos filhos está ligado a interação deles com o mundo do dinheiro. Tão logo uma criança comece a interagir com o mundo do dinheiro, mundo do consumo, os pais devem começar a trabalhar com eles os pilares de uma boa educação financeira, ou seja,&nbsp;ensiná-los a ganhar; a gastar; a poupar e a doar.</p>
<p>E como os pais devem trabalhar isso com seus filhos? Utilizando de situações do cotidiano de cada família para, pouco a pouco, trabalhar esses pilares com eles. E, obviamente, respeitando a maturidade dessas crianças. As pesquisas e a própria realidade mostram que elas têm interagido cada vez mais cedo com o mundo do dinheiro. Então os pais devem ficar atentos e começar desde cedo a trabalhar com seus filhos esses pilares.</p>
<ol start="2">
<li><strong>Por que entender sobre dinheiro desde cedo é importante?</strong></li>
</ol>
<p>Porque os filhos participam cada vez mais ativamente da vida financeira de uma família. Se, então, eu tiver filhos mais conscientes, com uma relação melhor com o dinheiro, o impacto vai ser no cotidiano dessa família. Ou seja, eu já colho frutos no presente financeiro, mas o alcance é muito maior, pois se eles forem crianças bem educadas financeiramente, depois se transformarão em adultos bem educados financeiramente.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Quando os pais devem começar a dar dinheiro para as crianças?</strong></li>
</ol>
<p>O processo da relação de uma criança com o dinheiro de uma forma mais concreta, vai começando aos poucos, degrau a degrau. O primeiro passo acontece quando o filho ou a filha está junto aos pais e pede: “Papai, posso pagar isso que você esta comprando?”. E essa criança entrega o dinheiro para a atendente, por exemplo. Outro passo é a criança pedir o dinheiro para ela mesma comprar alguma coisa. Aí os pais já devem falar sobre troco, de ter cuidado com ele, etc. Ou seja,&nbsp;a gente nao deve pular etapas. E, obviamente, isso acontece em momentos diferentes, de acordo com a maturidade de cada criança.</p>
<ol start="4">
<li><strong>Vale remunerar uma criança que ajuda com determinadas tarefas na casa ou não? Por que?</strong></li>
</ol>
<p>Eu sigo uma linha com outros educadores financeiros, que acreditam que é um risco muito grande atrelar situações do cotidiano de uma família à questão financeira, à remuneração. Por exemplo: tabelas de aumentar a mesada caso meu filho lave a louça ou arrume a cama, por exemplo. Mas por que isso? Porque a gente precisa criar nossos filhos e mostrar pra eles que algumas coisas têm que ser feiras, porque tem que ser feitas. Algumas atividades em nossa casa devem acontecer e cada um tem suas responsabilidades e cada família vai determinar essas responsabilidades.</p>
<p>Quando eu começo a atrelar todas essas atividades à dinheiro, eu vou correr dois riscos: o primeiro é de criar uma criança com espírito, comportamento mercenário, ou seja, uma pessoa que só faz as coisas para ganhar dinheiro. O outro risco seria, se eu por exemplo estipulo para minha filha que se ela não arrumar a cama vai significar dois reais a menos na semanada dela, o risco que eu corro é dela virar pra mim e falar: “tudo bem, papai, pode descontar. Eu não vou arrumar”. Quem vai arrumar então?</p>
<p>Obviamente que situações que fogem do dia a dia não há problema nenhum de você remunerar, como você poderia remunerar qualquer outra pessoa. Por exemplo, naquela casa, volta e meia o pai contrata alguém para lavar o carro. Não há problema nenhum, se o filho já tiver condição de fazer isso, de repente ele desempenhar essa tarefa e assim, como uma atividade extra, receber por isso.</p>
<p>Eu, das memorias mais bacanas que tenho da minha vida, me lembro quando nas férias, eu ia pro escritório do meu avô e eu ficava lá, à disposição dele. Eu era o office boy dele. E no final do mês eu ganhava o meu dinheiro. Não atrapalhou em nada os meus estudos e mostrou a dignidade que a gente tem a partir do trabalho. Acho que isso também é importante pra passar esse valor pros nossos filhos.</p>
<ol start="5">
<li><strong>O que você pode dizer sobre a mesada (ou semanada)? É um bom instrumento de educação financeira? Se sim, qual a melhor forma de utilizá-lo?</strong></li>
</ol>
<p>Sim, mesada pode ser uma boa ferramenta de educação financeira, obviamente que se bem utilizada, como qualquer outra ferramenta.</p>
<p>A primeira dica é que, para as crianças menores, a gente deve trabalhar com a semanada, porque elas vão criando a relação com o tempo ao longo do tempo. Se eu dou uma mesada pra uma criança que por enquanto só domina os dias da semana, isso não vai ter muito sentido pra ela, ela nao vai saber cuidar daquilo. Já uma criança mais velha, ja tem o domínio daquele mês e tem a capacidade de cuidar do seu dinheiro ao longo daquele mês.</p>
<p>Uma coisa importante e que deve ficar claro para a criança é quais são as responsabilidades dela com aquele dinheiro. Pra que que ele serve?</p>
<blockquote><p>Porque não tem muito sentido a gente dar dinheiro por dar. Ele vai ser dado para que a criança possa fazer alguma coisa com aquele dinheiro.</p></blockquote>
<p>No caso da minha filha Maria Eduarda, quando ela começou a receber a semanada, ficou bem claro quais seriam as responsabilidades com aquele dinheiro. Ele era para comprar algo depois da escola ou depois do balé. E aí, isso permitiu à Maria Eduarda descobrir uma das maiores verdades que a gente precisa entender na nossa vida financeira: que o dinheiro não dava para fazer tudo aquilo que ela gostaria de fazer. E a partir disso, ela teve que começar a fazer escolhas. Não dava para ela comer pipoca todos os dias, por exemplo.</p>
<p>Um erro que muitas vezes os pais acabam cometendo é: acabou o dinheiro da criança e mesmo assim eles compram uma pipoca por não querer ver o filho triste. Mas o que acaba acontecendo é que essa criança perde a oportunidade de sentir algo que é fundamental: o preço das nossas escolhas. E se os pais mantêm esse pensamento de não deixar faltar nada, mesmo se a mesada acabar, essa pessoa corre o risco de se tornar um adulto que não sente o peso das suas escolhas. Mas ao contrário da criança ou adolescente, no qual isso era financiado pelos pais, na idade adulta, quem vai financiar essa falta de escolha? O cartão de crédito, cheque especial, etc.</p>
<ol start="6">
<li><strong>Como os pais podem ensinar seus filhos a poupar?</strong></li>
</ol>
<p>Poupar é deixar de fazer algo hoje para poder fazer no futuro. E, obviamente, os nossos filhos nascem com um sentimento de urgência muito grande. Inclusive é isso que garante a sobrevivência dos bebês. Mas, à medida que eles crescem, esse sentimento pode diminuir. E como podemos fazer isso? Com ações muito simples do nosso cotidiano. E como podemos levar isso para a poupança financeira? Podemos usar algumas ferramentas como o próprio cofrinho ou “porquinho”, que é uma ferramenta muito boa que pode ajudar nesse sentido, no qual a criança vai guardar o dinheiro para fazer uma coisa lá na frente.</p>
<p>Lembrando que esse “lá na frente” precisa ter uma ligação com a percepção de tempo da criança. Por exemplo: “vamos guardar essa moedinha para você gastar nas férias ou comprar algo no seu aniversário. E, quando chegar esse momento, é importante que a criança participe da retirada das moedinhas do cofrinho, que é uma outra oportunidade bacana de aprendizado para a criança.</p>
<p>Para quem faz uso do cofrinho, é importante que de tempos em tempos ele seja aberto, porque seu objetivo não é gerar na criança um sentimento de entesouramento, e sim mostrar para ela que o cofrinho é para cumprir um objetivo num determinado momento. Além disso, é importante que a criança também participe da troca do dinheiro, para que ela entenda essa questão de valor.</p>
<ol start="7">
<li><strong>Você acredita que educação financeira deveria ser ensinada na escola? Por que?</strong></li>
</ol>
<p>Com certeza a educação financeira deveria estar presente nas escolas. A nossa formação se dá praticamente através de dois alicerces: família e escola. Como educação financeira, relação com dinheiro é um assunto muito importante, ele obviamente deveria estar presente nesses dois ambientes.</p>
<ol start="8">
<li><strong>A partir de que idade os pais podem começar a pensar em investir visando o futuro dos filhos? Que alternativas você recomenda?</strong></li>
</ol>
<p>Nas minhas palestras, muitos pais me perguntam que tipo de investimento podem fazer pensando no futuro dos filhos. E eu sempre respondo: a melhor coisa que você pode fazer para o futuro do seu filho é cuidar do seu futuro, para que cuidar de você no futuro não seja uma cruz que ele não consiga carregar. Por que eu digo isso? Pois muitas vezes as famílias estão preocupadas com os filhos e qualquer sobra que se tenha no orçamento familiar, começam a poupar para uma festa de 15 anos, ou para levar os filhos para a Disney, por exemplo. E aquele investimento para o futuro fica de lado. Só que o tempo passa e esse momento não chega. Estamos vivendo cada vez mais e viver bem demanda um recurso. E como vamos financiar essa questão? Precisamos nos preparar para isso.</p>
<p>Mas óbvio que se dentro do orçamento familiar, também há espaço para se preocupar com o futuro das crianças, os pais podem pensar em alguns investimentos. Aqui em casa mesmo, para meus dois filhos, nós investimos um valor mensal para que, quando eles completarem 18, 20 anos, eles tenham um valor para realizar algum sonho. Mas tudo de forma equilibrada.</p>
<p>E hoje a gama de investimentos é muito grande, desde aqueles mais conservadores, como tesouro direto e CDB, até investimentos mais ousados como ações.</p>
<ol start="9">
<li><strong>Como os pais podem ser bons exemplos relacionados à educação financeira?</strong></li>
</ol>
<p>Essa questão é fundamental. No adianta só ter um discurso de educação e de passar valores de uma boa educação financeira para o seu filho, se os pais tiverem uma vida exatamente contrária ao que eles pregam, uma vez que a educação se dá muito mais pelo exemplo. Então, de nada adianta pais mostrando preocupação com o consumo se eles são consumistas desenfreados.</p>
<blockquote><p>É preciso ter uma vida financeira saudável, um bom relacionamento com o dinheiro, para que seus filhos possam, inclusive, aprender a partir disso.</p></blockquote>
<ol start="10">
<li><strong>Para os pais que estão querendo introduzir o assunto com seus filhos, qual de seus livros você recomenda?</strong></li>
</ol>
<p>Para os pais e escolas que querem trabalhar educação financeira dos filhos, a ultima obra que lancei “Meu dinheirinho”é o recomendado. São quatro historias e cada uma trabalha um dos pilares: ensiná-los a ganhar, a gastar, a poupar e a doar. E de uma forma muito lúdica, com situações do cotidiano de uma família, vivenciando oportunidades de praticar esses valores.</p>
<p>Ano passado eu publiquei o livro “Sim, dinheiro é assunto para crianças” e esse é voltado para os adultos. E ele trabalha reflexões das melhores formas de trabalharmos com nossos filhos exatamente na direção de oportunizar esses quatro pilares.</p>
<ol start="11">
<li><strong>Algum recado que você gostaria de deixar sobre educação financeira e filhos?</strong></li>
</ol>
<p>Diante de toda incerteza que a gente tem em relação ao futuro, eu acredito que todas as ferramentas que pudermos dar para nossos filhos para que eles sejam capazes de enfrentar todos esses desafios é fundamental. E, obviamente, que uma boa relação com o dinheiro pode se transformar em uma habilidade que os credenciem e os ajudem a ter sucesso e conseguir enfrentar todas essas dificuldades.</p>
<p>Hábitos saudáveis na relação com o dinheiro, bons valores em relação a entender a importância de se ganhar dinheiro, de como se gastar bem, de refletir bem sobre nossas escolhas, de se poupar, de guardar dinheiro para nosso futuro, de planejar aquisição e realização de sonhos e também a importância de se doar, que é compartilhar com as pessoas sem nenhuma expectativa de troca.</p>
<p>Eu acredito que esse é um valor extremamente importante e que muitas vezes não vemos tão presente no cotidiano das famílias. E esse doar vai desde a questão material, como por exemplo, doar brinquedos ou roupas que nossos filhos não usam mais. Como também mostrar para nossas crianças que eles podem doar atenção e conhecimento. E é fundamental que nossos filhos participem desse momento.</p>
<div id="attachment_14011" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14011" class="wp-image-14011 size-full" src="https://www.portalmommys.com.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-07-08-at-01.16.58.jpeg" alt="" width="300" height="300"><p id="caption-attachment-14011" class="wp-caption-text">arquivo pessoal</p></div>
<p><strong><span style="color: #808080;"><em>Carlos Costa é economista formado pela UFMG, professor de MBA no Senac, proprietário da Harpia Desenvolvimento Financeiro e autor dos livros “Meu dinheiro”, “Meu dinheirinho” e “Sim! Dinheiro é assunto para crianças!”.</em></span></strong></p>
<hr>
<p>Quer saber mais sobre o assunto? Confira a matéria de capa da <a href="https://www.portalmommys.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Mommys_Ed24-2.pdf">Edição 24</a> da Revista Mommys.</p>
<p><span style="color: #999999;"><em><br />
Imagem: istock</em></span></p>
<p>O post <a href="https://portalmommys.com.br/2020/07/08/um-papo-serio-sobre-educacao-financeira-para-criancas/">Um papo sério sobre educação financeira para crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalmommys.com.br">Portal Mommys</a>.</p>
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		<title>Você não precisa dar conta de tudo!</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2020/07/08/voce-nao-precisa-dar-conta-de-tudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 03:18:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação dos Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[isolamento social]]></category>
		<category><![CDATA[mães na quarentena]]></category>
		<category><![CDATA[saude emocional durante isolamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje ouvi muito maeeeê, choros, brigas e birras! Não consegui dar muita atenção entre um trabalho e outro, afazeres da casa e por aí vai. Mas tivemos um momento juntinhos assistindo um filme e curtindo a companhia um do outro. E só assim os ânimos deles acalmaram. E os meus também&#8230; Conciliar as diversas demandas&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje ouvi muito maeeeê, choros, brigas e birras! Não consegui dar muita atenção entre um trabalho e outro, afazeres da casa e por aí vai. Mas tivemos um momento juntinhos assistindo um filme e curtindo a companhia um do outro. E só assim os ânimos deles acalmaram. E os meus também&#8230;</p>
<p>Conciliar as diversas demandas que temos, como cuidar da casa, das crianças, cozinhar, trabalhar; enfim, tantos afazeres, e ainda lidar com o futuro incerto e com diversos sentimentos que nos invadiram diante&nbsp;<span class="text_exposed_show">de tudo que estamos vivendo, tem exigido muito de nós.</span></p>
<div class="text_exposed_show">
<p>Mas nós não precisamos dar conta de tudo!</p>
<p>Talvez fique algo para trás, algo pendente ou algo que deixe a desejar. E tudo bem&#8230;</p>
<blockquote><p>Vamos fazer o que é possível, dar o nosso melhor diante das condições que temos, mas sem aquela exigência de que temos que dar conta!</p></blockquote>
<p>Precisamos equilibrar nossas expectativas, diminuir a nossa autocrítica, sermos mais gentis e pacientes conosco e com o outro.</p>
<p>E quanto aos filhos, que eles possam olhar para nós sabendo que não somos perfeitos, que temos nossas vulnerabilidades porque somos seres humanos, mas que, acima de tudo, possam perceber o quanto são amados e que estamos fazendo o nosso melhor!</p>
<p>E, principalmente: que eles possam aprender com a gente a lidar com as dificuldades da vida, da melhor forma possível!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_14006" style="width: 190px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14006" class="wp-image-14006 size-full" src="https://www.portalmommys.com.br/wp-content/uploads/2020/07/WhatsApp-Image-2020-06-25-at-05.29.14.jpeg" alt="" width="180" height="180"><p id="caption-attachment-14006" class="wp-caption-text">Carol Steinbruch é psicóloga e Coach Infantil e mãe da Giovana e do Leonardo.</p></div>
</div>
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		<title>Conseguimos, filha!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 04:41:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Primeiros Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação exclusiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conseguimos, filha, seis meses!!! Seis meses em amamentação exclusiva, em livre demanda, suprindo todas as suas necessidades com meu seio e meu colo. Seis meses!!! Foi possível para nós (coloquei &#8220;possível para nós&#8221;, porque nem sempre é possível para todos. E TUDO BEM por isso, tenho certeza que também houve muito amor e colo para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Conseguimos, filha, seis meses!!!</p>
<p>Seis meses em amamentação exclusiva, em livre demanda, suprindo todas as suas necessidades com meu seio e meu colo.</p>
<p>Seis meses!!!</p>
<p>Foi possível para nós (coloquei &#8220;possível para nós&#8221;, porque nem sempre é possível para todos. E TUDO BEM por isso, tenho certeza que também houve muito amor e colo para os bebês que não tiveram amamentação exclusiva, não tenho dúvidas disso <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />).</p>
<p>Tínhamos uma meta! Foram seis meses de entrega. Muitas vezes achei que não íamos alcançar a meta, sinceramente não achei. Foi tudo mais difícil na segunda experiência, por incrível que pareça!</p>
<p>Quando achei que íamos tirar de letra, as complicações surgiram (a mastite foi uma delas, como doeu, como chorei de dor enquanto amamentava). Por isso, estou aqui hoje celebrando, porque é motivo de muita alegria para mim, orgulho e gratidão por nós!</p>
<p>Não é fácil, não é suave&#8230; Não no início! Mas para mim era necessário, imprescindível e foi possível!</p>
<p>Venci as fissuras, venci a privação de sono (digamos que esta ainda estamos vencendo, rs), venci quem desacreditava que chegaríamos até aqui, venci a dor, venci o puerpério (que também acho que continuamos vencendo, acho que <em>baby blues</em> ainda aparece por aqui às vezes). Venci. Resisti!</p>
<p>E olhando essa foto hoje, só me faz lembrar da linda caminhada que já vivenciamos juntas. Lembro eu de estar no quarto aliviando as dores da mastite, enquanto você estava na sala com a vovó tomando o leitinho no copinho (essa foi uma das soluções para aliviarmos as fissuras que surgiram. Extraía o leite e oferecia no copinho, pois havia também o medo de oferecer na mamadeira e ter confusão de bicos! E podia fazer com que você piorasse ainda mais sua pega).</p>
<p>Ah, tantos medos, tantas coisas passando na nossa cabeça ao mesmo tempo&#8230;</p>
<p>Em apenas seis meses de vida, aprendi tanto com você. E sei que é apenas o começo!</p>
<p>E &#8220;vamo que vamo&#8221; para mais uma etapa: Introdução Alimentar! Vamos explorar novos alimentos, conhecer novas cores, texturas e sabores, mas não esquecendo que até um aninho, o leite da mamãe continuará sendo seu principal alimento.</p>
<p>Gratidão! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f60d.png" alt="😍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-13274" src="https://www.portalmommys.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Assinatura-Cynthia-Ramos-300x97.png" alt="" width="659" height="213"></p>
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		<title>Como mereci ser mãe</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2020/06/10/como-merecer-ser-mae/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 04:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento Conjugal]]></category>
		<category><![CDATA[culpa de tentante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Somente uma tentante sabe o quão grande é o sonho de ser mãe. É desejo que não se planeja, simplesmente vem! Incontrolável ao que parece ser natural em continuidade à reprodução de nossa espécie. É transcendência humana que não poupa o muito ou o pouco racional. Tentante tem por consequência o despertar de uma “exigência&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Somente uma tentante sabe o quão grande é o sonho de ser mãe. É desejo que não se planeja, simplesmente vem! Incontrolável ao que parece ser natural em continuidade à reprodução de nossa espécie. É transcendência humana que não poupa o muito ou o pouco racional.</p>
<p>Tentante tem por consequência o despertar de uma “exigência divina” à reflexão humana. Indagação constante de um merecimento “evidente”. Por que ainda não engravidei? O que fiz de errado? Quanto tempo vou ter que esperar?</p>
<p>Descobri que neste assunto nem todas as explicações são científicas.</p>
<p>Do ponto de vista técnico, basta ter um médico especialista em reprodução humana e solicitar um <em>check-up</em> específico de infertilidade o quanto antes. É de direito investigar, quando desejar. Mesmo após todos os exames feitos, é comum nada encontrar. E se isso acontece, possivelmente as indagações se multiplicarão.</p>
<p>Por esse motivo, uma dica que dou é de sempre buscar hábitos saudáveis: praticar esporte, não fumar, reduzir a obesidade, etc. A ajuda psicológica também ajudará a controlar os níveis de ansiedade e, principalmente, ajudará a perceber e dar conta daquilo que sozinho não consegue vencer. Seja honesta contigo mesma, todos nós precisamos de ajuda!</p>
<p>Mesmo assim, o filho não vem e constatamos que há um tempo, um processo a ser percorrido, até aceitar que a infertilidade é algo real. Fluxos menstruais regulares não são carimbo de fertilidade. Já é hora de buscar compreender o que está além, esmagando nosso maior sonho.</p>
<p>Os meses e anos passam e aquele desejo tão esperado corrói no peito e na alma. A dor é física, o corpo está ferido e entorpecido de hormônios. Inconscientemente, bem lá no fundo, já há dúvida do merecimento da concepção da vida. Inevitavelmente, indagamos quem somos, o que fizemos na vida para merecer tal provação.</p>
<p>A dor provoca em ti uma necessidade de revisão comportamental e ideológica. Convicções são desbancadas pela realidade “seca”. Revisar as crenças, pensamentos e ações parece ser parte do processo da evolução de uma tentante. Processo que invoca sua essência.</p>
<p>O piloto automático da vida parece esconder nossas verdades, nossa consciência. Percebemos atos de glória se tornarem vilões. Será que não fui dura demais com meus pais que só me deram amor? Será que fui realmente justa com meu irmão? Será que eu poderia ter sido melhor para meu próximo lá atrás? O que preciso fazer agora?</p>
<p>Se escondemos a verdade de nós mesmas, a vida cria os caminhos para que a verdade se torne presente.</p>
<p>Tenho honrado meus pais, ou os responsabilizo pelos meus anseios? Ou tenho gastado meu tempo condenando eles? E com meus irmãos, amigos, familiares, o que sou e como sou com estas pessoas? O que há de mal resolvido na minha caminhada humana? As respostas se apresentam, ainda que resista a elas.</p>
<p>Percebi que desde os nove anos de idade, quando meus pais se separaram, eu não havia conseguido ter uma boa relação com a minha mãe. Ela saiu de casa, mas, tinha a expectativa que fôssemos querer ir morar com ela. O tempo passava, e mesmo desejando que nos déssemos bem, era só estresse. Éramos muito diferentes.</p>
<p>Em meu íntimo, algo me falava que talvez eu não merecesse ser mãe porque “eu não era uma boa filha”. Me esforçava cada vez mais para ter paciência e acolhê-la, mas pouco adiantava.</p>
<p>Nesse desconforto tive reflexões sobre o &#8220;eu&#8221;: esposa, filha, irmã, sobrinha, madrinha, etc. Recebi doses cavalares de maturidade e de humildade. Com isso, aos poucos, reconstruí relações importantes cuja consequência nem sempre havia sido reflexo do amor, da admiração e do respeito que realmente sentia. Pude observar como agimos por ego, por aceitação social, orgulho.</p>
<p>Um dia minha mãe me ligou e, novamente, começamos a brigar no telefone. Eu já tinha feito quatro ou cinco tratamentos para engravidar, todos sem sucesso. Comecei a chorar. Ela me perguntou por que eu estava chorando? Foi quando consegui falar a ela que eu acreditava não conseguir engravidar porque eu não era uma boa filha. Então, ela imediatamente me confortou dizendo que eu era sim uma boa filha, e que eu não deveria crer no contrário, porque ela sempre me amou e me enxergou como uma filha muito boa. Enfim, venci minha máscara de filha bem resolvida.</p>
<p>Entendo que era necessário eu falar e me libertar, ao mesmo tempo que o acolhimento dela pelo outro lado do telefone, significava um perdão, uma benção e a unção de merecimento que eu precisava ter para me tornar merecedora.</p>
<p>Acredito que foi um passo importante que dei em direção ao merecimento do meu filho, que veio logo depois disso. Foi um processo que precisei vencer. Como se a vida me colocasse este obstáculo para que eu pudesse ver a verdade.</p>
<p>Verdade é saber que eu deveria honrar meus pais que, sobretudo, me deram a vida. De alguma forma precisei romper meu orgulho e o medo de enfrentar o que fosse preciso para transformar a nossa relação de forma mais leve e respeitosa. Tudo poderia ter sido bem mais leve.</p>
<p>Minha dica consiste em passar a limpo suas relações, antes que a vida lhe invoque a olhar sobre duras penas para tudo aquilo que seu ego insiste em esconder, que sua mente torna inconsciente por uma sobrevivência falsa. Fugindo da dor o universo cria uma dor ainda maior para lhe chamar para a consciência plena.</p>
<p>Seja presença, e seja verdade consigo mesma!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-13266" src="https://www.portalmommys.com.br/wp-content/uploads/2020/03/Assinatura-Carol-Vieira-300x96.png" alt="" width="656" height="210"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Foto: banco de imagem</em></span></p>
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		<title>A importância do brincar</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2020/06/05/a-importancia-do-brincar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 05:54:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação dos Filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brincar, além de ser superdivertido e fazer parte da vida de qualquer criança, é fundamental no seu processo de aprendizagem. O momento da brincadeira é uma oportunidade de desenvolvimento para a criança. Através do brincar ela aprende, experimenta o mundo, se relaciona socialmente, constrói sua autonomia de ação e organiza as emoções. Às&#160;vezes os pais&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brincar, além de ser superdivertido e fazer parte da vida de qualquer criança, é fundamental no seu processo de aprendizagem.</p>
<p>O momento da brincadeira é uma oportunidade de desenvolvimento para a criança. Através do brincar ela aprende, experimenta o mundo, se relaciona socialmente, constrói sua autonomia de ação e organiza as emoções. Às&nbsp;vezes os pais não têm conhecimento do valor da brincadeira para o seu filho. A idéia muitas vezes divulgada é a de que o brincar seja somente um entretenimento, como se não tivesse outras utilidades mais importantes.</p>
<p>Por isso, citarei aqui todos os benefícios promovidos pelas brincadeiras, jogos e brinquedos, como aqueles com pecinhas de encaixar, participar de um jogo, brincar de casinha e até ao usar a imaginação vestindo fantasias de personagens.</p>
<ul>
<li>As brincadeiras exercitam e melhoram a capacidade emocional, intelectual, motora e social das crianças.</li>
<li>O universo lúdico da brincadeira permite experimentar novos sentimentos, reproduzindo situações vividas em seu cotidiano, fazendo um treino para a vida adulta.</li>
<li>A criança, ao brincar, desenvolve o corpo e o intelecto e coloca o conteúdo escolar em prática de forma natural.</li>
<li>Os brinquedos na infância funcionam como uma ferramenta que potencializa o desenvolvimento infantil. Por exemplo: com&nbsp;pecinhas de encaixar, um bebê descobre que é capaz de empilhar objetos. Ao participar de um jogo, cuidar de uma boneca ou levar o carro ao postinho de gasolina, a criança se torna protagonista daquilo que a espera na vida madura.</li>
<li>Os brinquedos, jogos e as brincadeiras são fontes inesgotáveis de interação lúdica e afetiva.</li>
<li>Os brinquedos e jogos são excelentes recursos para facilitar e ajudar na aprendizagem de maneira natural. Quando a criança brinca com jogos ela aprende a respeitar regras, ampliar o seu relacionamento social, respeitar a si mesma e ao próximo. Por meio de brinquedos lúdicos, a criança se expressa com maior facilidade, ouve, respeita, discorda de opiniões, exerce sua liderança, aprende a ser liderada e compartilha sua alegria de brincar.</li>
</ul>
<p>Muitas vezes os pais não permitem que o filho passe por todas as etapas do seu desenvolvimento. E eles fazem isso quando inibem as brincadeiras, exigem organização, por acharem que estão contribuindo para a maturidade da criança, quanto à aquisição de alguns comportamentos, como por exemplo, o de limpeza.</p>
<p>A imposição de tarefas exaustivas e as incompatibilidades de horários da família são outros fatores que podem impedir as brincadeiras livres.</p>
<p>Portanto, é muito importante que a família tenha consciência das marcas que a sua postura de não disponibilizar flexibilidade para as brincadeiras pode deixar na criança.</p>
<p><strong><em><span style="color: #800080;">@centrodeinteligenciapampulha</span></em></strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-13854" src="https://www.portalmommys.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Assinatura-Fernanda-Mara-300x96.png" alt="" width="550" height="176"></p>
<p><span style="color: #999999;"><em>Imagem: www.institutoreacao.org.br</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como foi a volta às aulas na Holanda</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2020/06/05/como-foi-a-volta-as-aulas-na-holanda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 04:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mommys pelo mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi meninas, tudo bem? Espero que estejam todas seguras e tentando manter a sanidade mental. Aqui na Holanda estamos em processo de abertura do isolamento.&#160;Desde 11 de maio, a escola das crianças voltou em adaptação: duas vezes por semana apenas.&#160;Só metade de cada sala em cada dia. A primeira coisa que voltou foram as escolas.&#160;Fiquei&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Oi meninas, tudo bem?</p>
<p>Espero que estejam todas seguras e tentando manter a sanidade mental.</p>
<p>Aqui na Holanda estamos em processo de abertura do isolamento.&nbsp;Desde 11 de maio, a escola das crianças voltou em adaptação: duas vezes por semana apenas.&nbsp;Só metade de cada sala em cada dia.</p>
<p>A primeira coisa que voltou foram as escolas.&nbsp;Fiquei com medo de mandar? Fiquei. Mas mandei assim mesmo.</p>
<p>Tivemos uma adaptação sem nenhum problema às aulas online. Na verdade, aula mesmo não teve. As criancas usaram a plataforma que já existia de aprendizado. A diferença é que&nbsp;comecaram a usar em casa. Semanalmente os professores enviavam um cronograma de estudos e atividades e só.</p>
<p>Minha filha de 11 anos encarou sem maiores problemas e claro, como todas, tive muito estresse com o de 5 anos (não contem pra ninguém que eu fiz letras em um passado muito distante, mas tive uma baita dificuldade). Ao meu favor, como eles estudam 50% em Holandês, dificulta bastante pro meu lado… Oh língua dificil essa! Mas tô tentando aprender.</p>
<p>Para a retomada das aulas, a escola tomou medidas de higiene redobradas. Adaptaram mesas com aquelas telas de acrílico, diminuíram cada sala pela metade para evitar contato e aglomerações.&nbsp;Os recreios, que eram juntos, foram esquematizados para serem separados. Organizaram a entrada e a saída para cada turma por um lugar (nunca vi uma escola com tantas portas) e os pais foram proibidos de entrar nas dependências da escola.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-13846" src="https://www.portalmommys.com.br/wp-content/uploads/2020/06/20200529_184139-267x300.jpg" alt="" width="267" height="300"></p>
<p>Muitas pessoas ainda não mandaram os filhos para a escola. Estão esperando os ‘primeiros cobaias’ irem e ver se os números vão aumentar. Porém, já temos mais de duas semanas do retorno e está tranquilo (na verdade, acabei de saber que está baixando ainda mais).</p>
<p>Por aqui&nbsp;nunca teve&nbsp;<em>Lockdown.&nbsp;</em>Nós ficamos por quase dois meses apenas comprando online (supermercado e todo o resto) e saíamos só o dia que estávamos muito estressados para dar um passeio na beira do canal. Também NUNCA foi proibido o contato das crianças. Mesmo no auge da transmissão e do isolamento. Nós em casa e os holandesinhos(as) tocando o terror lá fora (rs).</p>
<p>As lojas não foram obrigadas a fechar. Algumas fecharam por conta própria (as que normalmente ficam mais cheias). Os restaurantes fecharam por um curto período, somente para adaptar ao modelo apenas delivery e para fazer um curso de higiene anti-covid para manipular alimentos com segurança. O uso de máscaras só passou a ser obrigatório em 1 de junho para usuários dos transportes públicos (fizeram várias mudanças para que esses não andem lotados e respeitem a distância de um metro e meio).</p>
<p>Desde 18 de maio outras coisas reabriram, como salões, fisioterapia, etc. E desde 1 de junho, até os restaurantes reabriram, mas com todo cuidado, mantendo 1,5m de distância e redobrados os cuidados com higiene (não sei se já viram, mas alguns restaurantes daqui implementaram uma “casinha”, tipo uma cabine de vidro, para até três pessoas isoladas do resto. Tudo para evitar contágio).</p>
<p>Eu achava que exatamente nessa semana teríamos um grande aumento nos números de mortes, transmissões e internações, mas não aconteceu. E estamos muito felizes. Nosso primeiro ministro e toda a equipe sempre priorizaram a vida das pessoas em todas as decisões tomadas.</p>
<p>Daqui, apenas torcemos para que as coisas melhorem para vocês como melhoraram pra nós. BH tem sido um dos melhores lugares do isolamento e espero que a consciência que vocês estão tendo ajude cada vez mais.</p>
<p>Sigam seguras Mommys! Daqui só saudade…</p>
<p>Obs.: quando as aulas voltaram eu ainda não tinha feito meu exame de anticorpos de Covid. Aqui passamos mal, muito mal, de 13 de março à 5 de abril; cada semana um membro da família, mas não tivemos nenhum sintoma grave, apesar de tudo (nos meninos mais leve. Eu penei por sete dias. Muita dor de garganta, dores de cabeça enormes, uma dor no corpo incontrolável e muita febre. Meu marido passou mal três dias. Coisa que em 15 anos juntos nunca tinha visto). Por conta disso, eu estava ‘tranquila’. Mas nossos exames deram negativo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-13842" src="https://www.portalmommys.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Assinatura-Fernanda-Soares-300x97.png" alt="" width="569" height="184"></p>
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		<title>Não é mimimi. É a nossa realidade!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 19:16:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aconteceu no Mommys]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No ano passado estávamos assistindo a série &#8220;Reunião de Família&#8221;, uma série de negros. E em um dos episódios, as crianças que eram bem de vida, literalmente, foram confundidas com infratores ao tentarem entrar na própria casa. Meninos de 8, 10 anos&#8230; Eles tentam explicar, mas o policial não dá ouvidos. No fim tudo se&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No ano passado estávamos assistindo a série &#8220;Reunião de Família&#8221;, uma série de negros. E em um dos episódios, as crianças que eram bem de vida, literalmente, foram confundidas com infratores ao tentarem entrar na própria casa.</p>
<p>Meninos de 8, 10 anos&#8230;</p>
<p>Eles tentam explicar, mas o policial não dá ouvidos. No fim tudo se esclarece, mas eles ficam super assustados. Com medo.</p>
<p>Nesse momento, meu filho Pedrinho, que cresceu ouvindo o quanto sua cor é linda e sabendo que é um menino negro, disse:</p>
<p>&#8211; Mas mamãe, eu também sou um menino negro, isso vai acontecer comigo?</p>
<p>A dor de ouvir essa pergunta, só não foi maior que a revolta de ser obrigada a dizer sim.</p>
<p>Expliquei com todo carinho de mãe, que isso poderia acontecer sim. Mas que se ele for uma pessoa boa e do bem, dificilmente aconteceria. E eu acabei mentindo pro meu filho, pra dar a ele uma esperança de futuro.</p>
<p>Converso com meu marido sempre sobre racismo. Ele, como homem branco, não imagina o que sofremos (e pasmem: já fui criticada por ter me casado com ele). Explico que ele tem que se inteirar sobre o assunto, para poder defender o Pedrinho. Afinal, ele é pai de um menino negro.</p>
<p>Não sei se consigo passar pra ele a verdadeira realidade disto, mas tento dia após dia&#8230;</p>
<blockquote><p>Ontem me peguei dizendo: Como ter outro filho? Como colocar mais uma criança negra no mundo?</p></blockquote>
<p>Chego a sentir que é egoísmo da minha parte, sabe?! Como se não me importasse com um futuro certo de preconceito e discriminação. Mas ao mesmo tempo penso: É meu povo. Minha raça. Minha cor.</p>
<p>Dói. Mas dói demais&#8230;</p>
<p>O que muitos dizem que é &#8220;mimimi&#8221;, é nossa realidade. Nua e crua!&nbsp;De ter alguém andando atrás nos corredores da loja. De não ser bem atendido nos lugares. E muitas outras situações.</p>
<p>Então, por favor, crie seu filho amando e respeitando pessoas. Ensine que todos somos filhos de Deus. Crie seu filho pra não aceitar uma injustiça contra o outro.</p>
<p>Ensine seu filho que cor de pele é a cor de cada um. Não aquele rosa claro que vem na caixinha de lápis.</p>
<p>Ensine-o a ter empatia!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-13818" src="https://www.portalmommys.com.br/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-02-at-14.52.00-298x300.jpeg" alt="" width="307" height="309"></p>
<p><span style="color: #800080;"><strong><em>Por Marcela Oliveira</em></strong></span></p>
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		<title>Não se cale. Diga não a violência contra a mulher!</title>
		<link>https://portalmommys.com.br/2020/05/26/diga_nao_a_violencia_contra_a_mulher/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2020 04:55:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamento Conjugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não! Não para a violência contra a mulher. Não para qualquer forma de abuso. Não para o aumento das agressões durante o isolamento social. Você não está sozinha. Esse enfrentamento é nosso! Na próxima quinta-feira, dia 28 de maio, o Sentir Mulher irá realizar o primeiro encontro do grupo terapêutico sobre abusos: &#8220;Um ato de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<pre style="text-align: center;"><strong><em><span style="color: #800080;">Não! Não para a violência contra a mulher.
</span></em></strong><strong><em><span style="color: #800080;">Não para qualquer forma de abuso. 
Não para o aumento das agressões durante o isolamento social.
Você não está sozinha. Esse enfrentamento é nosso!</span></em></strong></pre>
<p>Na próxima quinta-feira, dia 28 de maio, o <a href="https://sentirmulher.com.br/">Sentir Mulher</a> irá realizar o primeiro encontro do grupo terapêutico sobre abusos: &#8220;Um ato de (amor) violência&#8221;. Ele será conduzido pelas psicólogas Juliana Vilasboas e Mariana Lanna, ambas com experiência clínica na área, e será um espaço de reflexão, reconhecimento e superação frente aos atos mais sutis de violência no âmbito relacional.</p>
<p>Geralmente os abusos vêm disfarçados de afeto, amor e preocupação. Um segredo muito difícil de olhar e enfrentar. Por conta disso, o grupo tem a intenção de ser um espaço terapêutico, mas também de acolhimento e autonomia para mulheres que vivenciam ou vivenciaram esse tipo de relação.</p>
<p>Para participar do encontro, as inscrições devem ser feitas pelo <a href="https://www.sympla.com.br/grupo-um-ato-de-amor-violencia__861011">Sympla</a>. Por ser um grupo online, as vagas são limitadas para que as profissionais possam ouvir e acolher a todas as mulheres participantes.</p>
<p>Não se cale, denuncie. Ligue 190 para emergências e 180 para denúncias.</p>
<p><span style="color: #800080;"><strong><em>Por Daniela Bittar, psicóloga e fundadora do @sentirmulher.</em></strong></span></p>
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