Mommys na estrada – Chile

Esse ano resolvemos levar as crianças para conhecer a neve. Já era um pedido antigo das crianças, Cadu queria esquiar e Luisa queria ser a Elsa do Frozen. Após muita pesquisa, resolvemos que o destino seria o Chile, primeiro por ser relativamente perto do Brasil, ser uma cidade grande e estruturada e por ter muita opção de passeios para crianças pequenas.

Muita Neve!

Escolhemos um vôo da Latam que tinha escala somente em São Paulo e, por serem poucas horas, foi bem tranquilo. A vista da Cordilheira lá de cima é estonteante! Chegamos em Santiago a noite e pegamos um transfer no aeroporto direto para o hotel (Diego de Almagro no bairro de Providência). O hotel que escolhemos tem uma boa estrutura, fica localizado em um ótimo bairro e que fica bem pertinho do shopping Costanera Center. O shopping possui sete andares com muitas opções de lojas, restaurantes e supermercado. Os preços de lá não são muito convidativos não, achei tudo bem caro, mas tem muita opção de roupas de frio que não temos por aqui e vale a pena pra quem pretende viajar mais vezes para lugares frios. Nesse shopping fica também o Sky Costanera, o maior mirante da América Latina. Um passeio lindo para ver a cidade e o pôr do sol a 300 metros de altura.
No primeiro dia fomos conhecer o Cerro San Cristóbal que faz parte do Parque Metropolitano de Santiago e suas diversas atrações. Ao chegar, pegamos o funicular (uma espécie de trenzinho) até o zoológico. Gostamos bastante do zoo, pois tem algumas espécies que não vemos aqui no Brasil (como os pingüins e o panda vermelho), e os animais parecem bem tratados e apesar do frio estavam bem visíveis no horário que fomos pela manhã. Depois, subimos mais um pouco de funicular até o cume e ficamos sem fôlego com a vista maravilhosa da cidade emoldurada pela cordilheira dos Andes toda branquinha de neve. Maravilhoso! Lá em cima fica também o santuário de Imaculada Conceição com a linda imagem de 22 metros de altura. É lá de cima também, o ponto de partida do teleférico. Ele é fechado e super bacana, com mais paisagens lindas da cidade e do parque. Vale a visita. Na volta vale aproveitar que está no bairro Bellavista e dar um pulinho em uma das casas de Pablo Neruda, La Chascona, que fica ali pertinho. Nesse dia almoçamos no Costanera Center no delicioso restaurante Costamia de especialidade chilena e frutos do mar que é ambientado por enormes aquários. As crianças amaram!
No segundo dia fomos conhecer Farellones, uma estação de esqui com várias brincadeiras (para crianças e adultos) que fica na curva 40 da montanha. A entrada é feita com a compra de um ingresso único que dá direito a todas as atrações (exceto aula de esqui). Primeiro pegamos o teleférico e descemos para a parte mais infantil da estação. Brincamos na pista de trenó e no tubbing (esquibunda com bóia), fizemos boneco de neve e Luisa brincou no carrossel de neve. Possui estrutura de banheiro e alguns foodtrucks com lanches. Lá em cima tem restaurante melhores e as atrações para os maiores. O tubbing grande e a tirolesa são imperdíveis. Tem também bicicleta de neve e o trineo (uma espécie de trenó), mas não fomos. Achei que vale a pena passar ao menos meio dia nessa estação pra brincar bastante. A noite jantamos no Pátio Bellavista, um mall com vários restaurantes e lojinhas super bacana!
Nosso Ollaf

No terceiro dia o passeio mais esperado, a visita ao Vale Nevado, estação de esqui mais famosa do Chile. Contratamos o passeio no nosso hotel e subimos de van as 58 curvas que levam até o topo da montanha. Para as pessoas mais sensíveis, recomendo tomar um remedinho para enjôo, já que as curvas sinuosas podem causar desconforto. Não precisei medicar minhas crianças, pois elas dormiram por todo o trajeto. Tínhamos acordado bem cedo pra fazer o passeio. Alugamos as roupas de neve no caminho, em uma loja conveniada com a empresa que contratamos para nos levar. A roupa é a impermeável: casaco, calça e botas específicos para neve. Essa roupa é importante para conter o vento e a umidade do local. Por baixo, vestimos calças e blusas térmicas, meias de lã e mais uma blusa de fleece, que servem para aquecer (comprei tudo na Decatlon aqui em BH mesmo). Gostei demais da estrutura do Valle Nevado. Lá encontram-se ótimos restaurantes, lojinhas, lanchonetes e banheiros. Existe um teleférico com cabine fechada que leva ao segundo nível do Valle, mas estava fechado nos dias que fomos e portanto, subimos de caminhão. Na base da estação tem opção de aluguel de roupa (mais caro e com pouca opção de tamanho) e equipamentos de esqui. Meu marido contratou um pacote que era de 2 horas de aula de esqui incluindo o equipamento. Ele adorou e achou que valeu muito a pena. Os adultos fazem o curso e depois podem escolher uma das várias pistas pra continuar a praticar durante o dia. Ao chegar lá em cima, fiz a inscrição do Cadu na Escola de Neve, um curso de esqui para crianças. Com duração de duas horas o curso conta com aula, lanchinho e brincadeiras num ambiente super fofo todo preparado para os pequenos. Cadu amou e já estava craque no esqui ao fim do dia. Como optei por não esquiar (já tentei uma vez e foi um fiasco), preferi ficar quentinha no restaurante La Leñera comendo um fondue e tomando um dos excelentes vinhos da região de Maipo.
Escola de Neve

No quarto dia fomos conhecer as cidades costeiras de Viña Del Mar e Valparaiso. Contratamos a mesma empresa de turismo para nos levar nessa viagem de pouco mais de uma hora. Começamos por Valparaiso. A cidade possui área histórica considerada Patrimônio Cultural da Humanidade. São construções coloridas em morros que se assemelham muito as nossas favelas. Eles têm também, um dos portos marítimos mais importantes do país. A cidade abriga ainda uma outra casa de Pablo Neruda, intitulada de La Sebastiana, que não pudemos conhecer porque estava fechada. De Valparaiso seguimos para Viña Del Mar, cidadezinha linda e charmosa a beira mar. Conhecemos o relógio das flores, passeamos na orla e almoçamos no delicioso Castillo Del Mar, restaurante dentro de um castelinho de pedras e vista para o mar. Por fim, visitamos o cassino da cidade, que foi construído nos anos 1930 e tem todo um charme e bossa. Crianças não podem entrar na área de jogos, porém, podem ficar no segundo andar e nos revezamos para ficar com eles. Perdemos um pouco de pesos chilenos e viemos embora cansados e felizes.
Viña Del Mar

No quinto dia saímos cedo em direção ao Centro Histórico de Santiago, onde encontra-se o Palácio La Moneda (sede do governo) e Centro Cultural La Moneda. De lá caminhamos até a Plaza das Armas, visitamos a maravilhosa Catedral Metropolitana de Santiago, e o Museu de Arte Precolombino. Nesse museu existe uma área para as crianças que é uma graça, super interativa e divertida. De lá fomos ao Mercado Central. Um bom lugar para comer pratos preparados com a centolla – uma espécie de caranguejo gigante típico do Chile. Escolhemos o famoso restaurante Donde Augusto e posso afirmar que a experiência já vale o preço. Os garçons são super atenciosos e engraçados, nos divertiram durante uma bela tarde regada a muita comida e deliciosos vinhos.
Centolla

No sexto dia Cajon Del Maipo num passeio de dia inteiro que incluiu visita ao vilarejo de San José de Maipo e ida até o Embalse Del Yeso, um reservatório de água que abastece a cidade de Santiago. A vista é deslumbrante, mas achei meio perigoso e sem estrutura, principalmente para crianças. Não sei se encararia de novo uma viagem de 2:30 horas de carro com crianças só pela paisagem!
Cajon Del Maipo

No sétimo dia levamos as crianças para conhecer o Museu Interativo Mirador (o MIM), um museu onde o tudo pode ser tocado e experimentado. Focado em ciência e tecnologia, tem muita coisa divertida para todas as idades e o mais bacana é que pais e filhos podem brincar e aprender juntos. Por ser enorme (mais de 7 mil metros quadrados), sé bom separar uma boa parte do dia para visitá-lo. Lá ainda é possível fazer um lanchinho em sua lanchonete ou cafeteria. Nesse mesmo dia à tarde, fizemos o passeio à vinícola Concha y Toro. Marcamos o tour em português e adoramos conhecer os processos de fabricação. No fim, a degustação é claro! Tem também uma loja para compra de souvenirs e vinhos da casa.
Resumão da viagem: Amei a cidade de Santiago! É limpa, organizada e super bonita. Acho que merece ser visitada nos meses quentes também, pois possui muitos parques e praças que não animamos conhecer por causa do frio.
O Valle Nevado faz jus à fama! A estrutura é muito boa e possui entretenimento para toda a família. Separe um dia inteiro pra aproveitar muito. Farellones também achei que compensa ir pra brincar.
A comida do Chile é boa demais! Muitos frutos do mar e muita opção para a criançada. Os vinhos eu nem comento! São sensacionais e com um precinho super digno! Queria trazer caixas e mais caixas. Os que mais gostei foram os vinhos da região de Maipo.
Achei que sofreria mais por causa do frio, principalmente com as crianças, mas foi tranquilo. O importante é estar bem preparada com roupas térmicas e casacos apropriados.
Achei uma viagem relativamente barata, pois o peso chileno é desvalorizado frente ao real. Estadia, alimentação e transporte possuem preços bons. Apenas os pontos turísticos têm o preço mais salgado, mas isso é normal em todo lugar do mundo né?
Enfim, adoramos a viagem e achei mesmo que vale a pena fazê-la com crianças! Espero voltar mais vezes…

Mommys na estrada

Viajar é uma delícia não é? Quem não gosta! Escolher o destino, criar aquela expectativa gostosa, além da organização do roteiro que já é uma diversão!
Mas e viajar com crianças? Desanima? Escolhem sempre os mesmos destinos pra facilitar?
Toda a logística e preocupação podem causar medo, mas vou tentar ajudar e mostrar que pode ser uma experiência excepcional e, na verdade só requer um pouco mais de organização.
Vamos às dicas?
Avião, aeroporto e companhias aéreas
A escolha do voo é uma das partes mais importantes para uma viagem tranquila com as crianças. Geralmente, voos noturnos tendem a ser mais atrativos, pois, a tendência é que as crianças durmam e não percebam o passar do tempo. Se o trecho for curto, daí não se aplica, pois vai cortar o sono da criança e o efeito pode ser o contrário.
Para voos mais longos, a maioria das companhias aéreas disponibiliza serviço especial para crianças, como alimentação e entretenimento. Se possível, opte também por espaço extra nessas viagens longas. No caso de bebês de colo, há ainda a possibilidade de solicitar assento especial (na primeira fileira) com berço móvel. Em todos os casos, solicitar tais serviços previamente através do telefone ou site da companhia.
Na hora do pouso e decolagem dê a criança algo para mastigar ou sugar para evitar pressão nos ouvidos.
Arrumando as malas
Essa etapa requer atenção especial. Primeiramente, vamos pensar que as crianças que tem assento no avião se enquadram nas mesmas regras de bagagem dos adultos. No caso de crianças de colo, a regra geralmente é uma mala despachada, mais um carrinho e cadeirinha de carro. Lembrando que cada cia aérea tem suas particularidades, portanto, consultar antes.
A escolha das roupas é muito particular e deve ser levado em conta o destino, clima, idade das crianças e estilo de cada família. Eu sempre prefiro levar os looks de cada dia já prontos, para evitar excessos e conseguir otimizar espaço na mala. Levar sempre um ou dois kits extras por segurança.
Outro item indispensável na mala é a farmacinha. Levar sempre termômetro, curativos, protetor solar, repelente, analgésico, antitérmico, remédio pra enjoo e antialérgico. Peço ao pediatra também, receita para a compra de antibiótico (levo daqui) e algum outro remédio que ele julgue importante. Caso haja necessidade, chame um médico e acione o seguro saúde. Nunca viaje sem ele.
Para as malas de mão prever sempre uma troca de roupa para a criança, fraldas, itens de higiene e coisinhas pessoais como chupeta, paninho e aquele brinquedinho especial que acalma nos momentos de choro. Vale levar umas surpresinhas também! Gosto sempre de comprar uns agrados (bala, chocolate, lápis de cor e livrinhos de colorir ou brinquedinhos baratinhos) e embalar pra presente. Na hora do desespero isso surpreende e entretém por um tempinho.
Vale levar também uma muda de roupas pra você. Vai que ocorre um acidente com a fralda e terá que viajar o restante do tempo cheirando a xixi, ou ainda, coisa pior.
No caso das malas de mão, para qualquer passageiro é proibido embarque com líquidos, cremes, géis e afins, se armazenados em embalagens com capacidade superior a 100 ml. Para crianças de até dois anos algumas cias aéreas aceitam embarque de líquidos com volume superior a 100ml, tipo mamadeiras e alguns tipos de papinha. Mas novamente, vale sempre checar antes.
Lanchinhos práticos são sempre bem-vindos também. Levem biscoitos, salgadinhos e sucos (com menos de 100ml) para segurar a fome entre as refeições no avião. Para os bebês papinhas industrializadas e o leite em pó são indispensáveis.
Saúde e bem estar na viagem
Como alguns destinos podem não ter uma estrutura adequada para crianças, é importante ter sempre a mão álcool gel e lenços umedecidos para uma limpeza rápida nas mãozinhas antes da refeição ou após o uso do banheiro.
Optem sempre por água mineral, nunca se sabe as impurezas que a água pode ter né?
Não se esqueçam do protetor solar! Assim como na cidade, o uso do protetor é recomendado para qualquer tipo de exposição ao sol. Cuidado redobrado com a praia e a neve, pois, a incidência de raios é muito maior. Vale usar também de artifícios como bonés, chapéus e roupas com proteção solar.
O uso de repelente também é indicado. Sempre usando produtos de acordo com a faixa etária do seu filhote.
Uma dica bacana para a segurança de nossas crianças é o uso de identificação para facilitar em caso de perda. Eu uso pulseiras de identificação (daquele tipo que ganhamos em shows que são descartáveis e podem molhar), mas existem inúmeros modelos no mercado. Existem tatuagens, pulseiras com GPS e o bom e velho crachá. O importante é ter sempre o nome da criança, endereço de onde estarão e o telefone de contato.
Documentação
Assim como os adultos, as crianças precisam de documentos válidos para qualquer viagem no Brasil e exterior.
Dentro do Brasil os documentos aceitos são:

  • Certidão de nascimento
  • Carteira de identidade
  • Passaporte

Ainda existem variantes de acordo com a idade e com quem a criança viajará:

  • Crianças de até 12 anos incompletos podem viajar pelo Brasil com parentes de até terceiro grau (pais, irmãos, tios e avós), sem necessidade de autorização judicial. Para tanto, o responsável que acompanha a criança deve comprovar o parentesco ou filiação, por meio da apresentação da Certidão de Nascimento da criança.
  • Crianças de até 12 anos incompletos, para viajar com um maior que não seja parente de até terceiro grau, precisam apresentar documento válido de identificação e autorização dos pais (ou responsáveis legais) com firma reconhecida em cartório.
  • Crianças de 2 a 12 anos incompletos quando preciso, já podem fazer viagens nacionais desacompanhadas. Para isso, é necessário apresentar documento válido de identificação, autorização dos pais (ou responsáveis legais) com firma reconhecida em cartório e autorização da Vara da Infância e da Juventude.

Para viagens internacionais o documento necessário é o passaporte válido, assim como visto do país de destino, quando necessário.
Para países do Mercosul não é obrigatório a apresentação de passaporte, basta apresentar carteira de identidade (RG) recente.
Além disso, para que um menor saia do país é necessário que todos os seus responsáveis legais (genitores, guardiões ou tutores) que não o acompanham na viagem o autorizem, conforme a Resolução N. 131/2011 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
Existem também variantes nesse caso:

  • Para que as crianças e adolescentes viajem para o exterior acompanhadas de ambos os pais, é necessário comprovar a filiação, por meio da apresentação de documento de identificação válido.Os passaportes nacionais emitidos antes de 24 de novembro de 2014 tinham a falha de não apresentar informações sobre filiação, sendo necessário apresentar documento adicional (como Certidão de Nascimento ou RG). Quem viaja com passaportes emitidos após essa data, já com a nova informação incluída, não precisa apresentar documentos adicionais que comprovem a filiação.
  • Quando algum dos pais ou responsáveis legais não viaja junto com a criança ou adolescente, precisa autorizar a viagem expressamente, nos termos da Resolução N. 131/2011 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
  • Quando nenhum dos pais ou responsáveis legais viaja com a criança ou o adolescente, ambos devem autorizar a viagem expressamente, nos termos da Resolução N. 131/2011 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Além disso, em alguns casos, é necessária também uma autorização judicial emitida pelo Juiz da Comarca onde o requerente reside:
– Quando a criança (menor de 12 anos) for viajar sozinha (sem um adulto autorizado);
– Quando um dos genitores está impossibilitado de dar a autorização, por razões como viagem, doença ou paradeiro ignorado;
– Quando a criança ou adolescente nascido em território nacional viajar para o exterior em companhia de estrangeiro residente ou domiciliado no exterior.
Para obter esta autorização judicial, consulte o Ofício da Infância e Juventude do Fórum da região de sua residência.
Como essas normas e regras mudam constantemente, e variam também dependendo do destino, é sempre válido consultar a Polícia Federal, o Conselho Nacional de Justiça, o Consulado Brasileiro e o Estatuto da Criança e Adolescente.
Bom Mommys, acho que já deu pra começar a animar a viajar com as crianças não é? Nos próximos posts teremos mais dicas, roteiros mundo afora e muita troca de experiências e vivências!
Beijo grande
Sobre mim: Sou Carol, mãe do Carlos Eduardo (Cadu) de 5 anos e da Luísa (Lulu) de 3 anos. Arquiteta que abriu mão da carreira pra ser mãe em tempo integral (provisoriamente). Apaixonada por explorar e conhecer novos lugares. Quero viajar o mundo! Pra mim a viagem começa muito antes da partida. Amo programar, pesquisar e detalhar cada lugar que vou independente de ser um hotel fazenda aqui pertinho ou uma trip pela Ásia (sonho)! Sou Disneymaniaca e apesar de já ter ido inúmeras vezes ainda acho “The happiest place in the world”. Ter filhos mudou meu jeito de viajar, mas não me impediu de fazer ótimos passeios e ter a oportunidade agora de conhecer o mundo através de seus olhinhos inocentes. Acredito que com programação e organização podemos ir a qualquer lugar com os pimpolhos, mas sou dessas que, às vezes, os deixa pra curtir só com o marido também. O importante é viajar!